Técnicas incrementam eficiência produtiva

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Nos últimos anos, foi gerada uma série de técnicas que incrementaram a eficiência produtiva dos rebanhos destas espécies e melhoraram as condições de trabalho, facilitando o manejo.

Independentemente do sistema de criação e do objetivo da exploração, a caprino-ovinocultura encontra-se em intenso crescimento e deverá contribuir de forma significativa para o desenvolvimento socio-econômico do País. Portanto, esta atividade pecuária deve ser racionalmente explorada, dentre outras técnicas de manejo, também, em função do monitoramento reprodutivo por assumir um importante papel na tríade que dá sustentáculo à exploração zootécnica (sanidade-nutrição-reprodução).

Levando em consideração que as principais falhas reprodutivas consistem em óbito da gestante e a expectativa da prenhez de fêmeas que exibem um falso quadro de gestação, faz-se necessário implementar um tipo de diagnóstico eficiente que minimize os prejuízos na produtividade do rebanho.


A justificativa de um diagnóstico precoce de prenhez é aconselhada quando se quer, em um primeiro plano, diferenciar fêmeas vazias de prenhas na seleção de animais, o qual antige alvos secundários nos quais incluem-se a valorização na comercialização, permite agilizar provas de fertilidade em plantéis de seleção; facilita a sincronização de cios; direciona o manejo nutricional adequado segundo as categorias próprias do estado fisiológico das fêmeas; evita o abate de fêmeas prenhas; controla a estação reprodutiva ou de monta; identifica a idade reprodutiva média do rebanho e, em regiões onde há estacionalidade, adianta o período reprodutivo.


Concluindo, a atividade cresce a olhos nus porém, de forma desordenada, mesmo que com todos os gargalos já identificados e por assim ser faz-se necessário: O envolvimento assíduo de todos os elos da cadeia produtiva; organização dos setores produtivos e consumidores; combate a cartelização; descoberta de novos nichos de mercados; conservação, multiplicação e seleção de raças autóctonas; normatização sanitária e fiscal; qualificação de mão de obra; especificação de insumos; desenvolvimento de pesquisas que busquem alternativas alimentares; entre outras que envolvam as demandas enumeradas pelos produtores.

Fonte: http://www.cordeirobrasileiro.com.br/boletim4.htm

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