Sistemas e métodos para a irrigação de café

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autor: Redação MUNDO RURAL – data: 22/07/11

Os produtores de café, principalmente nas épocas de estiagem, lançam mão da irrigação para garantir a produtividade da sua lavoura e até mesmo que ela não seja destruída pelos efeitos da seca.

Além disso, a utilização da irrigação na lavoura de café é importante, também, para regular a quantidade de água que as plantas recebem, o que pode aumentar a produtividade mesmo nas épocas em que a plantação não esteja sob a ameaça da estiagem.

Para irrigar sua lavoura de café, o agricultor pode utilizar alguns métodos distintos, basicamente os seguintes:

– aspersão: quando a água é “lançada” em forma de chuva

– irrigação localizada: quando a irrigação atinge somente parte da área

– irrigação de superfície: quando a água é conduzida pelo solo

– irrigação de sub-superfície: quando há uma elevação do lençol freático

À partir desses métodos, existe um grande número de técnicas que os viabilizam, de acordo com as situações encontradas nas diversas plantações.

O gotejamento é o sistema de instalação mais barata, sendo utilizado em pequenas lavouras, podendo irrigar uma área de até 10 hectares.

Para áreas maiores, em terrenos planos ou com pouca declividade, o sistema mais indicado é o de pivô central que além de fazer a irrigação de maneira uniforme, permite com facilidade a fertirrigação, ou seja, a fertilização do solo através da utilização do sistema de irrigação. Em comparação com o gotejamento, seu custo é bem mais elevado.

Para a irrigação de áreas pequenas e médias de até, aproximadamente, 30 hectares, o mais indicado é a utilização do sistema de ?tripa?. Esse sistema utiliza-se de uma “tripa”, por onde passa a água, que irriga a lavoura por esguichamento, que sai da tripa através de inúmeros furos feitos a laser. Esse sistema tem um custo de instalação bem menor, mas necessita de maior mão-de-obra.

Antes de se fazer o investimento de instalação de um desse sistemas, porém, deve ser feita uma avaliação da disponibilidade de água na propriedade, análise de solo e uma avaliação da ocorrência de geadas, para que possa ser escolhido o melhor sistema.

Fonte: http://jornalmundorural.com.br/artigos/artigos.php?subaction=showfull&id=1311345539&archive=&start_from=&ucat=21&

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