Reprodução da seringueira

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A polinização da seringueira é entomófila, sendo que pequeninos insetos da família Ceratopogonidae (Heleidae) e tripés são os principais responsáveis pela polinização natural, operando em curtas distâncias para polinização cruzada.

 É uma espécie de hábito semidecíduo, mais pronunciado em regiões onde períodos secos são constantes. Em regiões da Amazônia, onde ou quando períodos secos são menos rígidos, a queda de folhas e o florescimento são irregulares. Na região do Planalto do Estado de São Paulo, a senescência ocorre no período de junho-agosto.

 Em seringais de cultivo, em geral a senescência começa quando a seringueira muda seu hábito de crescimento e isso ocorre, geralmente, a partir do terceiro e quarto ano após o plantio, embora ocorram variações em função do clone e da densidade do plantio. Logo após a senescência anual, as inflorescências monóicas aparecem nas extremidades dos galhos. Elas consistem de um axís principal, com cerca de 12 axís pubescentes, sobre os quais as flores são distribuídas na forma de racimo.

 A espécie frutifica entre novembro e fevereiro. A deiscência dos frutos ocorre a partir de fevereiro. De março até junho a planta dispõem de poucos drenos e máximo de energia para produzir látex.

Fonte: http://www.seringueira.com/artigos/?p=13

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