O manejo da fertirrigação em citros

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No decorrer das últimas décadas, tem se tornado óbvio que a irrigação é crucial para a produção de alimentos no mundo. Algo em torno de 40% de toda a produção agrícola vem da agricultura irrigada, embora saibamos que terras com possibilidade de irrigação compreendem apenas 20% das terras agriculturáveis do planeta (FAO 2003). Mesmo com a irrigação usando, atualmente, 70% da água doce disponível, o desafio para uso sustentável da água, em várias partes do mundo, tem sido atingido. Contudo, o crescente aumento populacional, as mudanças de hábitos alimentares e a urbanização irão aumentar a demanda por água, tanto para atividades não agrícolas como para as atividades de produção de alimentos. A conjunção destas demandas irá forçar os agricultores irrigantes a serem mais eficientes no uso da água. Adicionalmente, os cuidados com o meio ambiente, associados com as alterações globais irão também forçar os irrigantes a usarem os fertilizantes e agro-químicos de forma mais eficiente, a fim de assegurar que a qualidade da água drenada de áreas irrigadas seja boa o suficiente, de modo a não contaminar lençóis freáticos e fontes de abastecimento. A irrigação localizada demonstra ser uma das mais eficientes formas disponíveis para ajudar no incremento da performance da irrigação (Postel, 2000). A irrigação localizada oferece a capacidade de resolver questões de meio ambiente e uso racional da água e de fertilizantes, pois: 1. Permite aplicação de água e fertilizantes no exato local onde são requeridos, 2. Nas quantidades as quais são requeridos, 3. No exato tempo em que são requeridos. Portanto, estes aspectos devem ser conhecidos, de forma a permitir que o sistema possa ser desenhado e operado para atingir a eficiência requerida. Assim sendo, as informações sobre o manejo de irrigação, a lâmina adequada de água, o uso de diferentes fontes de fertilizantes e a sua interação química com o solo, devem fazer parte do aprendizado do irrigante, a fim de garantir que este possa conseguir a melhor eficiência e o uso sustentável desta ferramenta. O Brasil é o maior produtor mundial de cítricos, contribuindo com aproximadamente 30% de toda a laranja produzida no mundo e responsável por 85% das frutas destinadas à produção de suco de laranja concentrado e congelado. A citricultura brasileira ocupa uma área de 820 mil ha, dos quais 620 a 650 mil ha somente no estado de São Paulo. Apresenta grande potencial produtivo, tanto em função da vasta quantidade de terras, com solo e clima apropriados, como em função de custos de produção relativamente baixos, uma vez que ainda está inserido no rol de paises que dispõem de mão de obra barata. Por outro lado, não se apresenta como um grande produtor de frutas para consumo in natura, pois ainda ressente-se da falta de qualidade superior para a produção de frutas frescas, destinadas ao consumo em mercados mais exigentes. Nos últimos anos, tem se observado uma alteração significativa em todo o processo produtivo, devido a fatores diversos, sendo que se tornou imprescindível o emprego de novas tecnologias para fazer frente às quedas de produtividade e rentabilidade que os citricultores vêm enfrentando recentemente, principalmente aquelas decorrentes do surgimento de novas pragas e doenças ou daquelas decorrentes da ocorrência de fatores climáticos adversos. Em função disto tudo, houve um decréscimo da área plantada e também do numero de produtores, pois a apenas 15 anos atrás haviam cerca de 27 mil citricultores produzindo cítricos em uma área de 850 mil ha, no estado de São Paulo. Atualmente, em torno de 15 mil produtores continuam trabalhando nesta atividade.

Uso de irrigação

O Brasil ainda utiliza pouco a prática da irrigação em citros, quando comparado com outras citriculturas, especialmente quando comparado com a citricultura americana e a citricultura de países do Mediterrâneo (Shalhevet & Levy, 1990). Cerca de 45% da produção citrícola mundial é produzida em condições de irrigação, enquanto que a citricultura irrigada no Brasil, com área de aproximadamente 90 mil ha, representa em torno de 11% do total plantado ou 14% quando comparado com o total plantado em São Paulo. Os benefícios da irrigação na citricultura, principalmente nas regiões norte e central do planalto paulista são bastante visíveis, pois quando adequadamente manejada, pode fornecer incremento de produtividade da ordem de até 40% (Netafim 2005). Alem disso, em anos de prolongado período de seca é essencial para manter a produção, pois a estiagem prolongada afeta o crescimento dos frutos e até mesmo a sua permanência na planta. Outro fator de melhoria de produtividade refere-se ao período de floração e fixação da florada, que marca o início da fase reprodutiva. Nesta fase, ocorre uma grande troca hormonal interna e os nutrientes, açucares e água, se destinam majoritariamente rumo à flor. Os sinks metabólicos mais importantes são os pontos de floração e frutificação, pois a planta se encontra com todo o seu potencial radicular empregado e a absorção de água e nutrientes chega a ser máxima. Portanto, a falta de água nesta fase compromete definitivamente a produção da safra futura. O uso da irrigação ajuda também na uniformização da florada, facilitando o controle de doenças específicas desta fase, pois quando a florada ocorre de forma uniforme interrompe-se a transmissão de estruturas de colonização de fungos, que se perpetuariam, quando passando por sucessivos surtos de floração. Por outro lado, o manejo errado da irrigação passa a ser nocivo à produção dos citros, pois o fornecimento reduzido de água acaba causando o murchamento da planta, crescimento retardado, menor elongação das células, folhas menores e entre-nós mais curtos, queima das bordas das folhas e queda de folhas e frutos, enquanto que o excesso de água irá reduzir o fornecimento de oxigênio (O2) às raízes (anaerobiose radicular), menor absorção de água e nutrientes, apodrecimento e morte do sistema radicular. Alem disto, o excesso de água com fertilizantes irá causar o acúmulo de sais e possivelmente a acidificação da rizosfera, alterando o desenvolvimento e multiplicação das células e conseqüentemente causando prejuízos à produção.

Uso de fertirrigação

A fertirrigação é a técnica que combina a aplicação de água de irrigação com a aplicação de fertilizantes. A fertirrigação incrementa a eficiência da aplicação de nutrientes, proporciona maiores rendimentos e maior qualidade e permite aplicar os nutrientes de forma exata e uniforme. De acordo com QUAGGIO, (2005), a fertirrigação vem sendo utilizada há mais tempo nas regiões citrícolas mediterrâneas como Espanha, Marrocos e Israel onde existem mais informações sobre essa prática. Nessas regiões ela é praticada em condições semiáridas nas quais o crescimento do sistema radicular da planta cítrica restringise ao bulbo úmido formado pelos emissores. Nas condições brasileiras a fertirrigação ainda é prática recente, principalmente na citricultura. Assim, a questão mais freqüente é sobre qual o ganho de eficiência em relação à adubação convencional que serviu de base para elaborar as recomendações oficiais de nutrientes para essa cultura. RAGOSO (1999) comparou a eficiência da fertirrigação com a adubação convencionalna citricultura e não verificou diferenças significativas em produção para o primeiro ano de experimentação. Porém, observou que os tratamentos fertirrigados ocasionaram os menores desequilíbrios nutricionais, avaliados através de índices de DRIS e maior eficiência, pois dentre os tratamentos fertirrigados, aquele com redução pela metade da dose foi o que apresentou melhor desempenho.

Princípios básicos para fertirrigação

Para se aplicar os corretos recursos de adubação e portanto de fertirrigação, deve-se conhecer os seguintes aspectos que regem os princípios de nutrição das plantas
• Balanço hídrico;
• Mecanismos de absorção das plantas;
• Fenologia das plantas;
• Nutrientes essenciais;
• Principais fontes de nutrientes;
• Sinergismos e antagonismos entre íons;
• Salinização da água de irrigação e do solo;
• Acidificação da rizosfera.

Balanço hídrico

É o resultado da comparação entre os valores de precipitação e evapotranspiração potencial, sendo que o consumo de água é determinado pela disponibilidade de água no solo, pelo estado fenológico da planta e pelas condições climáticas.

Mecanismos de absorção das plantas

A absorção de nutrientes pelas plantas ocorre tanto por interceptação radicular, quando a rizosfera contata diretamente o nutriente e o absorve, quanto por fluxo de massa, que é o movimento da solução do solo ao interior da raiz, succionado pela pressão negativa proveniente do fluxo da evapotranspiração e ocorre também por difusão, que é o movimento de cátions e ânions desde locais de maior concentração para locais de menor concentração.

Fenologia das plantas

Através do conhecimento da fenologia das plantas, se determina a precisão da fertirrigação, uma vez que se irá colocar água e fertilizantes de acordo com a demanda requerida, em cada uma das fases de crescimento e reprodução. A fase vegetativa compreende os estágios de latência, ativação, brotação ou germinação, desenvolvimento e crescimento, enquanto que a fase reprodutiva compreende os estágios de floração, pegamento, crescimento do fruto, mudança de cor; colheita e pós-colheita. No estágio de latência, a planta se encontra em recesso metabólico, que termina após determinada quantidade de horas de frio ou estresse hídrico. Não existe consumo nem transporte interno. No estágio de ativação, inicia-se a mobilização de nutrientes desde as raízes e tronco até os pontos de brotação. No estágio de brotação ou germinação, ocorre intensa atividade celular e aparecem as primeiras folhas e flores. O aporte de macronutrientes e micronutrientes de forma balanceada é essencial nesta fase. No estágio de desenvolvimento, a planta produz uma grande quantidade de divisão celular, orientada à formação de todos os órgãos especializados em distintas funções e neste estágio, o estresse por água e nutrientes causa diminuição de órgãos estruturais. No estágio de crescimento, ocorre o intenso crescimento das células multiplicadas na fase anterior e há aumento considerável na demanda de água e nutrientes, especialmente nitrogênio e cálcio. As raízes estão em seu apogeu, com máximas produções diárias de matéria seca. Após o final desta primeira fase, inicia-se a fase reprodutiva, que ocorre da seguinte forma: Estágio de floração, quando se inicia grande troca hormonal interna. Os nutrientes, açúcares e água se destinam rumo à flor, sendo o sink metabólico mais importante os pontos de floração e frutificação. Neste estágio, a absorção de água e nutrientes chega a ser máxima. Estágio de pegamento, sendo esta uma etapa muito breve, que marca o inicio da etapa mais significativa, que é o crescimento do fruto. Estágio de crescimento do fruto, o processo mais intenso de mobilização interna de nutrientes e açúcares e absorção externa de água e nutrientes. Máxima demanda, especialmente por potássio e, na primeira etapa de formação do fruto, o cálcio. É uma fase crítica, pois qualquer estresse afetará a produção final. Estágio de mudança de cor, quando o fruto atinge tamanho máximo. Ocorre acúmulo decrescente de açúcares e portanto é necessário diminuir o aporte de nitrogênio em fruteiras. A taxa de absorção é alta, porem menor que a fase anterior. Estágio de colheita, que é o momento em que já iniciou a senescência dos tecidos e o produto final está liso. Há redução na absorção de água e nutrientes. Estágio de pós-colheita, quando então ocorre o refluxo de nutrientes das folhas para as raízes e armazenamento de nutrientes na parte lenhosa. Bom momento para aporte de fósforo e também de boro, zinco, magnésio, nitrogênio e cálcio, antes da latência.

Fontes de nutrientes para fertirrigação

 

Uma importante característica da fertirrigação é a necessidade de uso de fertilizantes de alta solubilidade. Assim, a dinâmica de nutrientes móveis ou pouco retidos pela matriz do solo como o nitrogênio, cloro, boro e com menor intensidade o enxofre, se movimentam no solo por fluxo de massa com água de irrigação, podendo ser rapidamente perdidos se o manejo da irrigação não for correto. Da mesma forma, nutrientes como fósforo, cálcio e magnésio, que em condições de sequeiro são mais retidos no solo, quando aplicados via fertirrigação tem a movimentação através do perfil do solo acelerada, o que em parte pode explicar os ganhos de eficiência com esse sistema. A irrigação por gotejo pode aumentar o movimento de fósforo no solo de 5 a 10 vezes se comparado à aplicação convencional. O movimento é maior desta forma devido a maior concentração numa faixa estreita do solo, o que rapidamente satura os sítios de fixação próximos aos pontos de aplicação (Villas Bôas et. al., 1999). Estes mesmos autores comentam que tanto o cálcio como o magnésio devem ser aplicados antes do plantio, através da calagem, e apenas complementados via fertirrigação. ZANINI (1991) verificou que a distribuição do potássio correlacionou-se com a distribuição de água no solo e assim pode-se ter um controle do íon K (potássio) em função da fertirrigação e irrigação. HAYNES (1990) estudou o movimento no solo de formas nitrogenadas através do sistema de irrigação por gotejo e constatou que a uréia e o nitrato distribuíram-se melhor em profundidade e lateralmente. O nitrato move-se na periferia da frente de molhamento e quando lâminas maiores de água são aplicadas podem ocorrer perdas desse nutriente para baixo da zona radicular (Goldbert et. al., 1971).

Sinergismos e antagonismos entre íons

Fertilizantes são moléculas que se dissociam em contato com a água e geram íons. As plantas absorvem íons, chamados de cátions (íons com carga positiva) e ânions (íons comcarga negativa). Em função disto, podem ocorrer sinergismos e antagonismos, entre cátions e ânions, nas misturas de fertilizantes: O sinergismo cátion/ânion ocorre quando ambos se ajudam mutuamente para entrar na planta. Destaca-se o sinergismo entre nitrato (NO3 -)/potássio (K+) e entre nitrato (NO3 -)/amônio (NH4 +). O antagonismo cátion/ânion ocorre devido à alta afinidade de cargas e, portanto, produção de precipitados insolúveis. Neste caso, destacam- se os precipitados que formam cálcio com fósforo; cálcio com boro e cálcio com enxofre. O antagonismo cátion/cátion ocorre devido à competição entre cátions para entrar na planta. Em geral os cátions monovalentes apresentam mais habilidade que os bivalentes. É muito importante o antagonismo que exerce o amônio (NH4 +) sobre cálcio, magnésio e potássio. O uso massivo e desbalanceado de fertilizantes amoniacais ou uréia, pode afetar seriamente a nutrição cálcica, magnesiana e/ou potássica. Por fim, o antagonismo ânion/ânion ocorre quando os ânions competem entre si para entrar na planta. É muito importante o antagonismo que exerce o íon cloreto sobre íons relevantes para a nutrição como nitratos, fosfatos e sulfatos.

Salinização da água de irrigação e do solo

 

É a maior desvantagem que apresentam sistemas de irrigação localizada, devido a precipitação de sais com conseqüente obstrução dos gotejadores. A salinização traz danos às plantas, pois a alta concentração de sais causa interferência na absorção radicular, levando à murcha da planta. A salinização do solo ocorre de várias formas e pode acontecer caso o aporte de água às plantas não seja adequado. O baixo aporte de água faz com que os sais se acumulem na superfície, pois não há lixiviação. A irrigação demasiadamente localizada faz com que os sais se acumulem nas “orelhas” do bulbo molhado. Quando ocorre o correto aporte de água, há uma adequada lixiviação, de forma que os sais ficam dispersos. Para o monitoramento quanto à salinização da água de irrigação e do solo, utiliza-se a averiguação da condutividade elétrica (C.E.) da solução, que nada mais é do que a medida da concentração de sais no solo e quanto maior a C.E. maior a concentração de sais. Além do monitoramento da água deirrigação e do solo, deve-se fazer uso de fontes de nutrientes de menor salinidade. Fertilizantes livres de cloro (Cl-), uréia e com baixa porcentagem de amônio (NH4 +), são fundamentais para contrastar os efeitos do acúmulo de cloro (Cl-) e sódio (Na+), elementos estes causadores de salinização do solo e da água. Altas concentrações de sódio (Na+) produzem efeito bloqueador de absorção de cálcio (Ca++) e potássio (K+) e, portanto, é importante o uso de fontes que contenham cálcio (Ca++) para manter alta a relação cálcio (Ca)/sódio (Na). O nitrogênio quando fornecido como amônio (NH4 +), favorece a absorção de cloro (Cl-), porém quando fornecido como nitrato (NO3 -), inibe o fluxo de cloro (Cl-) às células das raízes. Portanto, quando em condições de alta salinidade, natural ou induzida, por cloro (Cl-) e sódio (Na+), deve-se dar preferência para fontes nitrogenadas, tais como: nitrato de cálcio, nitrato de potássio e nitrato de magnésio. A seguir estão listadas algumas das fontes de fertilizantes que apresentam baixa salinidade:
• nitrato de amônio……………………….NH4NO3
• ácido fosfórico ………………………………….. H3PO4
• fosfato monoamônio (MAP) …….(NH4)H2PO4
• fosfato monopotássico………………….KH2PO4
• nitrato de potássio………………………….KNO3
• nitrato de magnésio ………….Mg(NO3)2.6H2O
• nitrato de cálcio ……… 5Ca(NO3)2. NH4NO3.10H2O
• nitrato de Ca e Mg ………………………………….
………. Mg(NO3)23H2O2Ca(NO3)2 NH4NO3.10H2O

Acidificação da rizosfera

De acordo com QUAGGIO (2005), a aplicação de nutrientes numa pequena área de solo, que no caso de fertirrigação por gotejamento, a largura do bulbo úmido não ultrapassa 0,8 m em solos arenosos, comuns na citricultura paulista, provoca movimentação intensa de íons no perfil do solo. Isso tem resultado em forte acidificação, inclusive nas camadas mais profundas do solo, conforme mostram os trabalhos de FOUCHÉ & BESTER (1986) que trabalharam durante seis anos com fertirrigação em citros e observaram decréscimo acentuado de pH nos diferentes tratamentos realizados. VILLAS BÔAS et. al. (1999) também alertaram para os perigos da acidificação do solo com a fertirrigação nas nossas condições. A acidificação do solo na zona do bulbo úmido poderá ser amenizada no curto prazo com a utilização de linhas duplas de emissores. Unidade móvel que permite a utilização do tanque de mistura em mais de uma rede hidráulica

Fontes que acidificam
• nitrato de amônio………………………………………………………………………………………..NH4NO3
• sulfato de amônio………………………………………………………………………………………(NH4)SO4
• ácido fosfórico …………………………………………………………………………………………….. H3PO4
• fosfato monoamônio (MAP) ……………………………………………………………………. (NH4)H2PO4
• uréia ……………………………………………………………………………………………………… CO(NH2)2
Fontes que alcalinizam
• nitrato de cálcio ……………………………………………………………………………………….. Ca(NO3)2
• nitrato de potássio ………………………………………………………………………………………… KNO3
• fosfato diamônio (DAP) (ligeiramente) ………………………………………………………. (NH4)2HPO4
Fertilizantes neutros (não alteram o pH)
• cloreto de potássio (aumenta fortemente a C.E.) ……………………………………………………. KCl
• fosfato mono potássico (MKP) ……………………………………………………………………. KH2HPO4
• sulfato de potássio ……………………………………………………………………………………….. K2SO4
cação;
– Acidificação do solo, devido liberação do
hidrogênio (H+);
– Desordem nutricional por competição iônica.

 Fonte: http://www.agrofit.com.br/portal/artigos/37-irrigacao/124-o-manejo-da-fertirrigacao-em-citros

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