Novo fungicida contra ferrugem da soja

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Produto promete oferecer controle de mancha alva e antracnose sem necessidade de adição de benzimidazol

 

A ferrugem asiática é a primeira e mais importante doença que ataca as lavouras de soja. No entanto, além dela, existem outras doenças importantes, como a mancha alva e a antracnose. Pertencente ao grupo das Triazolinthiones, novo grupo químico no mercado de fungicidas para a soja, o fungicida Fox, lançamento da Bayer CropScience, chega ao produtor rural prometendo ser mais flexível no controle de ferrugem asiática. Além disso, quando bem manejado, o produto oferece o controle da mancha alva e da antracnose sem a necessidade da adição de benzimidazol.

Segundo Eduardo Mazzieri, gerente de Produtos Fungicidas para Soja da Bayer CropScience, o principal diferencial desse produto é pertencer ao novo grupo químico das Triazolinthiones, o que faz com que ele seja diferente de tudo o que existe no mercado até hoje.

— Se considerarmos que o fungo, principalmente da ferrugem, doença mais importante para a cultura da soja no Brasil, vem mudando, o Fox traz esse novo grupo em um contexto de rotação de grupos químicos, gerenciamento e manejo da resistência do fungo — afirma o gerente.

Para Mazzieri, em um cenário de mudanças do fungo, esse produto traz um patamar superior em relação ao controle da ferrugem asiática da soja, apesar de apresentar custo compatível com o valor médio do mercado. Além disso, de acordo com ele, é um produto que, quando aplicado corretamente, pode trazer o controle de mancha alva e antracnose sem a necessidade da adição de benzimidazol, produto usado em misturas para controle dessas doenças.

— Hoje, sabemos que a ferrugem da soja pode causar perdas de produtividade de até 80%. Ao utilizar o produto, o agricultor passa a ter uma proteção maior da sua lavoura. Além disso, o Fox traz uma flexibilidade maior entre uma aplicação e outra, caso ocorre chuva em algum momento da safra — explica.

Já em relação ao manejo do produto, o gerente conta que o principal fator é a aplicação de forma preventiva. Isso porque é difícil de controlar curativamente os fungos da soja. Então, uma vez instalado, os fungicidas perdem a eficiência sobre eles. Porém, esse manejo preventivo deve ser feito na última fase vegetativa da cultura, antes do período de florescimento.

— Além disso, é importante monitorar a lavoura desde o início. Se o produtor observar que a doença apareceu antes desse período, é importante que ele faça rapidamente a aplicação. Também é importante respeitar o período entre aplicações. Hoje, a média no Brasil é de três aplicações — orienta Mazzieri.

Para mais informações, basta entrar em contato com a Bayer através do número (11) 5694-5166.

 

Fonte: http://www.diadecampo.com.br/zpublisher/materias/Materia.asp?id=25021&secao=Pacotes%20Tecnol%F3gicos&c2=Soja#null

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