Lavoura sem erva

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A soja é uma espécie introduzida no Brasil, originaria de clima temperado, apresentando o ciclo C3 , portanto, não eficiente fotossinteticamente. Por isso, pode sofrer bastante a interferência de outras plantas que com ela convivem nas condições de clima tropical. Estudos têm mostrado que a cultura deve ficar livre da interferência de plantas infestantes nos primeiros 30 dias após a emergência, em média. Após esse período, o fechamento da cultura garante  bom manejo.

As principais espécies de infestantes monocotiledôneas que ocorrem nas lavouras de soja estão listadas na Tabela 1 (veja no final do texto como visualizar este artigo, com fotos e tabelas, em PDF). A maioria pertence à Familia Poaceae (as gramíneas), sendo quase todas plantas eficientes e, em função disso, muito competitivas. As espécies dicotiledôneas (as folhas largas) mais importantes estão na Tabela 2. Evidentemente, ocorrem outras espécies, regionalmente.

São diversas as possibilidades de manejo das plantas infestantes na cultura da soja, não obstante ter-se utilizado predominantemente o manejo químico, desde a introdução desta cultura no Brasil.

As diferentes formas de manejo podem ser utilizadas isoladamente ou em combinação de duas ou mais, visando eficácia, economicidade e praticidade. O manejo das plantas daninhas pode ser preventivo, cultural, mecanizado, químico ou biológico.

Manejo preventivo

O objetivo básico do manejo preventivo é reduzir o banco de sementes existente no solo, pois é muito grande a quantidade de sementes que podem permanecer viáveis no solo por longos anos.

O primeiro cuidado que se deve ter na implantação da lavoura da soja é realizar a semeadura com sementes isentas de dissemínulos de espécies não desejadas. Ao se adquirir as sementes, verificar se são certificadas e garantidas quanto a sua qualidade e sua pureza com relação a sementes de infestantes. Outra prática é estabelecer um programa anual de manejo da áreas.

Em lavouras na entressafra, em seqüência, como o trigo, outro cereal de inverno ou milho, o manejo desta, qualquer que seja o método é um meios eficaz de redução de sementes que germinam e vegetam o ano todo, como é o caso de picão-branco (Galinsoga parviflora) ou falsa-serralha (Emilia sonchifolia).

O manejo das plantas daninhas, com ou sem lavoura de entresafra, pode ser realizado com uso de roçadeiras, após certo período de desenvolvimento das plantas mas, antes da formação de sementes. É aconselhável fazer as roçadas até no início do florescimento. Deve-se ficar atento à área, portanto. O material vegetal fica picado sobre o solo, protegendo-o contra erosão e reduzindo a germinação de plantas daninhas. Além de tudo, é material orgânico que vai enriquecer o solo, tanto química quanto biologicamente.

Outro método preventivo é o uso de herbicidas ou de dessecantes de amplo espectro, aplicados na mesma época em que se faria a roçada. Os produtos que podem ser utilizados nesse caso, são o amônio-glufosinato (Basta), diquat (Reglone), paraquat (Gramoxone ou similar), glifosato (Roundup ou similar).

No caso de se fazer o plantio direto, o momento da aplicação de herbicida não é tão importante, desde que as plantas já estejam bem dessecadas quando se plantar a soja. Usando roçadeiras, deve-se programar o corte para que não haja plantas muito desenvolvidas no momento da semeadura. Nesta ocasião, os herbicidas de pós-emergência farão o controle das rebrotas e das espécies que estiverem germinando.

Na semeadura convencional, os restos vegetais devem estar bem desintegrados. Com isso, o processo de decomposição da massa vegetal se fará mais rapidamente com a incorporação ao solo pela aração e gradagem, que serão realizadas, também, com mais facilidade e menor dispêndio de energia.

A rotação de culturas é um manejo cultural de grande importância, podendo-se dizer imprescindível. Além dos benefícios óbvios de melhor uso do solo e seu enriquecimento, há significativa redução de dissemínulos de espécies que vegetam na área o ano todo, como foi visto acima.

Associar a rotação de culturas com o plantio direto tem sido a prática mais eficaz do ponto de vista do manejo de plantas daninhas. O não revolvimento mantém muitas sementes dentro do solo a profundidades nas quais não germinam. A palhada, ou restos culturais, de uma cultura faz cobertura da superfície evitando a germinação de diversas espécies que aí se localizam, além de proteger o solo.

Manejo cultural

O manejo cultural se faz por meio da escolha de cultivares, manejo populacional e de práticas fitotécnicas, especialmente aquelas relacionados à fertilidade do solo.

A escolha correta de cultivares é, na realidade, o primeiro passo no estabelecimento de uma lavoura . No caso da soja, há um grande número de cultivares adaptados para as diferentes regiões do Sul, Sudeste e Centro-Oeste do Brasil. Os materiais são adaptados às condições de clima e de solo. Com um cultivar adequado, a competitividade da cultura é aumentada com relação às plantas daninhas.

O manejo populacional consiste no arranjo espacial das plantas da lavoura em função do porte da variedade utilizada, o que pode mudar o número de plantas por área. Pode-se alterar tanto o espaçamento entre as linhas quanto o número de plantas por linha. Com isso, visa-se a ocupação ideal do solo, buscando o potencial produtivo da variedade e reduzindo  o espaço disponível a outras plantas não desejáveis.

Esse tipo de manejo leva em conta o cultivar utilizado, sua altura e sua arquitetura, o nível de fertilidade do solo, a disponibilidade de água durante o ciclo e o grau de infestação das plantas daninhas.

Trabalhos de pesquisa mostram que a redução de espaçamentos e o aumento da população de plantas, com maior densidade de semeadura, podem resultar em maiores produtividades. Dessa forma, deve-se usar, sempre que possível, este tipo de manejo, visando reduzir a infestação de plantas daninhas. Um dos fatores limitantes para a adoção de espaçamentos menores pode ser o maquinário disponível, às vezes não permitindo a alteração de bitolas. A correção do solo, neutralizando o teor de Al, elevando o pH, favorece a lavoura e pode desfavorecer determinadas espécies de plantas daninhas adaptadas a condições de acidez e elevados teores de Al. A adubação na linha de semeadura, que já é prática rotineira, também favorece a soja, não ficando o fertilizante tão próximo às plantas daninhas das entrelinhas.

Manejo mecanizado

Este tipo de manejo implica no uso de tratores e implementos e é aplicável ao sistema de semeadura convencional. O uso dessas máquinas na cultura da soja é viável economicamente, desde que haja adequado dimensionamento entre a área a cultivar e tamanho e rendimento dos equipamentos utilizados.

Pode-se realizar manejo prévio à implantação da lavoura com aração e gradagem, no sistema convencional. Estas operações visam enterrar os restos vegetais e eliminar sementeiras de plantas daninhas.

No caso de se utilizar um herbicidade PPI antes da semeadura, a incorporação, que é mecânica, além de posicionar o herbicida dentro do solo, como é requerido, realiza o preparo adequado do solo e elimina sementeiras já existentes. Trata-se, no caso, de uma combinação de métodos de manejo.

O cultivo mecanizado pode ser realizado com tratores convencionais e grades de discos ou de hastes flexíveis. Estas grades devem alcançar pelo menos seis ruas da lavoura para justificar o consumo de energia e reduzir a um mínimo admissível a compactação do solo. No caso de seis ruas cultivadas, 33% delas sofrerão compactação pelo rodado da máquina. Quanto mais leve for o trator, tanto melhor será.

O trator multipropósito, já em uso em vários países, deve ser preferido para operações mecanizadas.  Possui bitola de, aproximadamente, cinco metros. Com espaçamento de 0,50 m entre linhas, com uma grade ou, com duas grades, a ele acopladas, pode-se cultivar dez ruas. Se a grade, ou as grades, excederem a largura do trator, podem ser cultivadas 12, 14 ou, até 16 ruas em cada passada.

Manejo químico

Esta forma de manejo utiliza os produtos químicos chamados herbicidas e é a mais utilizada na lavoura da soja. Pode ser utilizado tanto na semeadura convencional quanto no plantio direto.

As aplicações de herbicidas podem ser feitas antes da semeadura, com incorporação ao solo (PPI), (sistema convencional); após a semeadura mas, antes da emergência das plantas (PRE) e, após a emergência das plantas daninhas e da lavoura, em diferentes momentos (POS). No caso de semeadura direta, pode-se combinar herbicidas de PRE e de POS na aplicação, antes da emergência das plantas.

Aplicação de herbicidas em PPI

Alguns herbicidas necessitam ser incorporados ao solo por serem sensíveis à radiação ultravioleta, que é o caso do grupo das dinitroanilinas. A incorporação deve ser realizada o mais breve possível, quando a aplicação é feita antes ou durante as horas de maior insolação. Aplicando-se à tardinha ou, no início da noite, pode-se aguardar até a manhã do dia seguinte para incorporar. A incorporação deve atingir de cinco a dez cm. Não é necessário que o solo esteja úmido por ocasião da aplicação e da incorporação.

São poucos os herbicidas de PPI indicados para a lavoura da soja disponíveis atualmente. Como o metribuzin é eficiente no controle de dicotiledôneas, pode ser misturado com trifluralin ou pendimethalin, no sentido de ampliar o espectro de controle, apenas em solos médios e argilosos e com m.o. > 1,5%. Neste caso, a incorporação ideal é de 5 a 6 cm de profundidade.

Aplicação de herbicidas em pré

Para esta forma de aplicação há um grande número de herbicidas recomendados para a  soja. Neste caso, os herbicidas são aplicados à superfície do solo, após a semeadura mas, antes da emergência das plantas daninhas ou da soja. É necessário conhecer a infestação potencial da área para a escolha acertada do herbicida ou mistura, uma vez que os diferentes produtos apresentam espectros distintos de controle.

De modo geral, para se obter controle eficaz com esses herbicidas, é necessário que no momento da aplicação ou, logo após, o solo esteja com bom teor de água. Condições de seca determinam perdas por volatilização e/ou fotodecomposição e, mesmo, arrastamento pelo vento, para a maioria dos compostos.  Quando o período seco se alonga após a aplicação, as perdas podem ser totais ou, de tal ordem, que não haverá mais controle suficiente das plantas daninhas. Nesse sentido, é recomendável aplicar os herbicidas com 400 ou mais litros de água por hectare. A umidade favorece a solubilização dos herbicidas, ou parte deles, possibilitando sua distribuição em uma fina camada superficial, protegendo-o.

No plantio convencional, o bom preparo do solo, sem torrões ou restos de cultura, é fator determinante para a boa deposição dos herbicidas na superfície do solo.

As misturas de herbicidas são freqüentes, tendo em vista que a população de plantas daninhas não é constituída só de gramíneas ou só de dicotiledôneas. Quando se usa a mistura de dois herbicidas,  deve-se  reduzir a dose de cada um, em 25 a 30 %, considerando o lado econômico e, que existe, em geral, efeito somatório das ações dos herbicidas. É desejável aplicar, sempre, o mínimo de produtos químicos no solo.

Existem formulações prontas de mistura de herbicidas. Além disso, podem ser feitas misturas diversas, procurando-se, sempre, combinar um herbicida que seja mais eficiente contra gramíneas com outro eficiente contra dicotiledôneas. Assim, podemos misturar alachlor + metribuzin; oryzalin + metribuzin; alachlor + linuron; metolachlor + linuron; pendimethalin + metribuzin; cyanazine + alachlor e outros , dependendo da disponibilidade dos produtos, do preço, do tipo de solo e das espécies de plantas daninhas presentes.

Aplicação em pós-emergência

Nos últimos anos foram descobertos muitos herbicidas para aplicação em POS para a soja, constituindo estes a maioria atualmente. Isso ampliou muito o leque de opções para o manejo das plantas daninhas. Uma das grandes vantagens do uso de herbicidas de POS na lavoura da soja é que a decisão da escolha do produto e das áreas a serem aplicadas pode ser feita mais tarde, após a emergência das plantas. É evidente que o conhecimento prévio da infestação potencial é sempre desejável mas, mesmo na falta deste há tempo para um eficiente controle químico. Mesmo no caso de se ter realizado aplicação em PPI ou em PRE ou, utilizado outro método de manejo, pode-se complementar com herbicida de POS.

Há herbicidas de POS específicos contra gramíneas e outros para dicotiledôneas, todos muito bem tolerados pelas plantas de soja. Em função das espécies de plantas daninhas que ocorrem, pode-se utilizar um herbicida apenas ou dois herbicidas em mistura, prática bastante comum. Neste caso, também se faz a redução de doses de cada composto, na proporção de 25 a 30 % ou, mesmo, 33 %.

Para obter eficiência no manejo das plantas daninhas em POS é preciso estar atento ao espectro de espécies controladas e ao estádio ideal das plantas para a aplicação. Para herbicidas que são mais eficientes nos estádios iniciais não se pode protelar a aplicação e, para aqueles que são eficientes para espécies já mais desenvolvidas, convém aguardar o máximo possível, para atingir também as plantas que emergiram mais tardiamente. Deve-se intervir antes que se inicie a competição entre cultura e plantas daninhas. Espécies que podem causar inibição da soja por alelopatia devem ser eliminadas o mais cedo possível.

Manejo biológico

O manejo das plantas daninhas por meio de outros seres vivos está, atualmente, em fase de pesquisa. Para a lavoura da soja existe já a possibilidade de controlar algumas espécies, o amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) em particular, com o uso de um fungo, o Helminthosporium.

Em experimentos já se conseguiu alcançar o nível de 60 % de redução de amendoim-bravo com o uso deste fungo. O agente passa a ser, então, um bioherbicida.

É possível que em futuro bem próximo já possamos contar com inimigos naturais eficazes e seguros para o manejo de plantas daninhas na lavoura da soja.

Combinação de métodos

O manejo de plantas daninhas pode ser realizado com sucesso, muitas vezes, com o uso de apenas um método isoladamente. No entanto, devido à diversidade de espécies que geralmente ocorrem nas áreas agrícolas, com mono e dicotiledôneas, diferentes ciclos de vida, diferentes momentos de germinação, variações de clima etc., torna-se necessário combinar dois ou mais métodos. A escolha dos métodos se fará, sempre, levando em conta os fatores acima mencionados e a disponibilidade de equipamentos e tratores, mão-de-obra, herbicidas, cultivares, sistema de plantio e custos de cada um.

São sugeridas, a seguir, algumas combinações de métodos aplicáveis e eficazes na lavoura da soja. Detalhes e modificações devem ser decididos e realizados ‘in loco’, sempre com acompanhamento de um agrônomo especialista. O método preventivo de sementes puras será sempre praticado.

1. Preparo prévio +herbicida

O preparo prévio com gradagem imediatamente antes da semeadura, eliminando a sementeira, pode ser combinado com o uso de herbicida de PPI. A escolha do herbicida dependerá das espécies presentes, podendo-se utilizar mistura de dois compostos.

A escolha do herbicida pode recair sobre um de PRE, isolado ou mistura de dois herbicidas. Também nesse caso, é preciso conhecer a infestação que ocorre normalmente na área.

A aplicação do herbicida pode ser realizada em POS. Neste caso, não é preciso conhecer antes a composição da flora infestante mas, é preciso ter disponibilidade de diferentes herbicidas (para mono ou dicotiledôneas). É preciso ter trator e pulverizador disponível.

2. Preparo prévio + herbicida + manejo populacional

São as mesmas práticas do item anterior, associadas à redução de espaçamento ou aumento de densidade de sementes nas linhas. Nesse caso, o fechamento mais precoce da lavoura possibilita a aplicação de apenas um herbicida e redução de dose, pois o efeito residual não precisa ser tão longo. Na verdade, essa forma de manejo se aplica mais a herbicidas de PPI e de PRE. O fechamento precoce reduz ou elimina a possibilidade de emergência de espécies tardias e as que surgem ficam ocultas entre as plantas da lavoura, não sendo bem atingidas por um herbicida de POS.

Redução de espaçamento implica em tratores com bitola adaptada e rodado mais estreito.

3. Preparo prévio + manejo populacional

É possível em áreas de baixa infestação, já bem conhecida por meio de lavantamentos anteriores. Com o uso de cultivares de ciclo determinado, de 110 a 120 dias, há menos acamamento. Pode-se utilizar espaçamento de 0,50 m e 40 sementes por metro linear de sulco.  Pode-se mesmo arriscar espaçamento de 0,40 m mas, é bom fazer experimentação na região.

4. Manejo de entresafra + herbicida

Este caso é mais aplicável ao plantio direto, pois o convencional se aplica nos casos 1 e 2, acima. Faz-se o controle na entresafra, com ou sem rotação de cultura, utilizando-se roçadeiras ou herbicidas de POS, de ação ampla ou dessecantes. Pode-se fazer uma roçada e uma aplicação de herbicida de POS. Por ocasião da semeadura, nova aplicação de herbicida pode ser realizada (PRE + POS) ou, apenas PRE, se não houver plantas vegetando neste momento. Não havendo infestação de plantas por ocasião da semeadura, pode-se optar por um herbicida de POS ou mistura de dois de POS, em momento oportuno e dependendo da infestação que ocorrer.

5. Manejo químico + manejo mecanizado

Nesta combinação, faz-se a aplicação de herbicida ou mistura apenas em uma estreita faixa sobre a linha de semeadura (25 a 30 cm). Na entrelinha o cultivo se faz com um cultivador, superficialmente, no momento oportuno. Como a aplicação do herbicida precisar ser posicionada bem sobre a linha da soja, o método só se aplica a PRE e a POS. Poderia ser de PPI se a aplicação, incorporação e a semeadura se fizerem todos em uma só vez com um equipamento montado para esse fim. No caso de PRE, a aplicação é feita simultaneamente com a semeadura. Semeadora e pulverizador devem ser montados no mesmo trator. Isso depende  do que há disponível. Se ambos são de engate nos três pontos, fica inviável.  Planejando a longo prazo e havendo área grande para ser aplicada, vale a pena investir em um equipamento adaptado, pois a economia  é grande. Se a semeadora é de reboque, o pulverizador pode ser engatado nos três pontos mas, se aquela é de engate, o pulverizador precisa ser montado sobre o trator, com um tanque de cada lado.

Para aplicação de PRE, a barra se posicionará após a semeadora e fica de 15 a 20 cm de altura sobre o solo, dependendo do ângulo do leque de aplicação, para que a faixa de aplicação cubra em torno de 50 % da largura do espaçamento. O cultivador será utilizado após a emergência das plantas daninhas em um estádio de no máximo 10 cm de altura, de preferência de 5 a 8 cm.

Se a opção de manejo químico for em POS, o ideal é conjugar pulverizador e grade e fazer o cultivo ao mesmo tempo. Dependendo da altura das plantas da cultura, ao invés de um bico leque ou cônico sobre a linha é mais interessante aplicar o herbicida com dois bicos laterais em cada linha, num sistema pendente.

O importante neste manejo, seja em PRE, ou em POS, é reduzir o número de passadas do trator na área. A vantagem deste manejo é deixar o solo mais protegido nas entrelinhas com plantas que ainda não estarão causando qualquer interferência até serem cultivadas.

Robert Deuber,
IAC – Instituto Agronômico de Campinas

Fonte: http://www.grupocultivar.com.br/artigos/artigo.asp?id=786

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