Congresso da ISSCT apresenta grande número de trabalhos científicos

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02/07/13
Em seu último dia de atividades, o XXVIII Congresso da ISSCT apresentou resultados memoráveis: participantes de cerca de 60 países, totalizando público de aproximadamente 2000 pessoas, entre congressistas e visitantes, mais de 500 trabalhos inscritos, dos quais foram selecionados 198 apresentações e 136 pôsteres. Além disso, destaca-se as novidades apresentadas pelas 150 empresas do setor sucroenergético. Um sucesso do ponto de vista científico, de organização e de público, segundo os realizadores do evento.

José Paulo Stupiello, Presidente da STAB e Vice-Presidente do Congresso da ISSCT 2013, considera que esta foi uma edição muito positiva do evento, e destaca a grande presença de representantes de todos os países produtores. “Foram apresentados excelentes trabalhos, com alto nível de pesquisa”, diz Stupiello, “mas principalmente houve uma ótima comunicação entre as pessoas de todos os setores”.

“Trata-se de um evento tradicional, que acontece desde 1924 e está em sua 28ª edição, e que trata da mais antiga cultura do País, a cana-de-açúcar”, diz Paulo Uchoa, Secretário-Tesoureiro do Congresso. Para ele, tão importante quanto o ambiente científico, é o clima de fraternidade do evento: “Este é também um encontro de amigos”, diz Uchoa, “muitas destas pessoas são amigos que se encontram há décadas, nesta reunião trienal que o Congresso da ISSCT proporciona”.

Timothy John Murray, Secretário Geral da ISSCT, ressalta que o evento contou com a presença dos principais diretores de entidades de pesquisa do setor sucroenergético, empresários e fabricantes de equipamentos. “Não há substituto para o encontro pessoal”, diz Murray.

Plínio Nastari, presidente da DATAGRO, salientou a importância de um evento de perfil científico voltado especificamente para o setor sucroenergético. “Um evento como esse é fundamental porque todos os empresários estão buscando otimização de custos, através do uso de novas tecnologias. Ele permite que as empresas tenham contato com o que há de mais moderno na área tecnológica, principalmente do ponto de vista industrial. É o momento em que as pessoas podem trocar opiniões sobre questões técnicas, metodologias de análise, entre outras coisas, dos principais países produtores”, avalia Nastari.

 

Fonte: Agrolink