Cruzamento industrial: sucesso na terminação de cordeiros

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O cruzamento industrial é uma técnica recomendada quando o objetivo da propriedade é o aumento de produção de carne dos ovinos de corte.

Existem vários tipos de cruzamento e a escolha de qual tipo usar depende do objetivo da criação. Se o produtor deseja vender boa parte dos animais provenientes do cruzamento entre duas raças, o cruzamento mais indicado é o simples ou industrial. Neste tipo de cruzamento todos os animais ½ sangue originados do acasalamento entre as duas raças serão destinados para o abate, independente do sexo da cria, porém alguns criadores “seguram” as borregas F1 para reposição e/ou ampliação do rebanho. O máximo do vigor híbrido é alcançado neste tipo de cruzamento, desde que as condições nutricionais e ambientais sejam adequadas.

Quando se deseja reunir características de várias raças num animal, realiza-se o cruzamento rotativo ou alternado, que consiste em ir alternando no acasalamento, uma raça e outra, sucessivamente. Outro tipo de cruzamento é o terminal (com três raças), também denominado como three cross, neste último devendo ser abatidos tanto os machos quanto as fêmeas, pois teve a exploração do máximo de complementaridade.

Geralmente, a capacidade produtiva das raças ou dos grupos genéticos dos ovinos é inversamente relacionada com a sua rusticidade. Os borregos geralmente são terminados em regime de confinamento total, principalmente na região Sudeste e Centro-Oeste, enquanto que na região Sul, Norte e Nordeste, geralmente em pastejo ou semiconfinamento. Dependendo da região a área do confinamento deve ser sombreada, para proporcionar maior conforto térmico, garantindo a boa qualidade do acabamento da carcaça dos mesmos.

Fonte: Blog Aias/ Farmpoint

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