Curiosidades

Saiba como controlar a Escherichia coli e evitar prejuízos na produção avícola

01/02/2017

Uma das bactérias mais comuns em granjas comerciais, sejam elas de postura ou de corte, é a Escherichia coli, agente causador da colibacilose aviária. Doença comum na avicultura, ela é responsável por perdas produtivas e prejuízos econômicos em empresas avícolas de todo o País.

A Escherichia coli está presente em todos os ambientes de criação avícola (solo, água e ar), nas fezes e no próprio organismo da ave. Pode manifestar-se com maior ou menor intensidade, de acordo com determinadas condições, como por exemplo fatores de estresse, má qualidade do ar, ambiência inadequada, doenças respiratórias e fatores imunossupressores.

Dentre as principais manifestações clínicas causadas pela bactéria E. coli na avicultura estão as celulites, aerossaculites, salpingites, peritonites, perihepatites, pericardites e colisepticemias,  muitas vezes responsáveis por condenações de carcaças de frango em abatedouros e aumento na taxa de mortalidade, causando sérios prejuízos à indústria avícola.

O controle da doença pode ser feito de duas maneiras: por meio de antibióticos ou por ações preventivas, como vacinação. Embora os melhores resultados sejam obtidos quando o tratamento é iniciado precocemente, a eficácia dos antibióticos não depende somente do estágio da enfermidade, mas também da presença de alguns fatores relacionados à patogenicidade e resistência da bactéria.

“Os métodos preventivos são extremamente importantes para o controle da colibacilose aviária, com destaque para as medidas de manejo na redução de estresse, melhorias na qualidade do ar (redução ou eliminação de amônia e poeira), vacinação adequada e biosseguridade”, explica Eduardo Muniz, Gerente de Serviços Técnicos da unidade de negócios de Aves da Zoetis.

Com o objetivo de ajudar os produtores na redução dos prejuízos associados às enfermidades, a Zoetis disponibiliza no mercado a vacina Poulvac E. Coli, indicada para o controle preventivo de doenças causadas pela bactéria E. Coli em frangos de corte, poedeiras comerciais e reprodutoras.

A tecnologia utilizada na produção desta vacina viva proporciona proteção efetiva, segura e sem nenhuma reação para as aves. A cepa de Escherichia coli utilizada na vacina sobrevive por pouco tempo no organismo da ave, o que impede que desenvolva ou transmita a doença.

Para frangos de corte é indicada uma dose única, preferencialmente no primeiro dia de vida. Para aves reprodutoras e de postura comercial são indicadas no mínimo duas doses, sendo uma na primeira semana, de preferência no primeiro dia de vida, e a segunda entre a oitava e 14ª semana de vida. A aplicação é via spray.

“A vacina Poulvac E. Coli apresenta um grande potencial como ferramenta inovadora, com alta qualidade e eficácia, que pode revolucionar os conceitos na avicultura moderna, ajudando o avicultor a evitar perdas produtivas significativas, mantendo assim sua produtividade e planejamento de produção”, finaliza Eduardo.

Fonte: Agrolink