Quais os fatores que indicam anomalias em ovinos?

O termo saúde não apenas designa ausência de doença, mas sim abrange vários itens como condições de estalagem, manejo sanitário, pelagem e alimentação ideal.

Uma propriedade deve manter seus animais em ótimas condições e zelar por eles para que os mesmos possam lhe trazer lucratividade desempenhando suas funções com eficácia.

Para a escolha de animais devem ser observados os olhos, que deverão ter brilho, indicando que o animal é bem nutrido e hidratado e possivelmente não apresenta nenhuma patologia grave, tendo que os olhos são os primeiros observados por um médico veterinário inclusive para identificar se o animal por algum motivo se encontra apático; a lã, que deve estar também com brilho, não eriçada, resistente e sem falhas, visando que o contrário pode indicar uma verminose avançada ou até uma sarna; presença de muco nas narinas e tosse podem também indicar uma bronquite verminótica e exames das mamas são imensamente válidos, constatando não haver nenhuma infecção nas mesmas.

Focinhos finos, rostos estreitos, peito pouco cheio, pernas compridas, barriga sem lã e peso abaixo do normal pode indicar uma grave anomalia débil do animal.

Um fator de intensa importância para determinar um animal ideal é a quantidade de lã que ele produz, sendo seu velo denso, com fios longos, brilhantes, grossura uniforme por toda parte do seu corpo, principalmente na região da barriga e pernas que devem ser completamente cobertas. O estado do velo é influenciado principalmente por questões ambientais e de hereditariedade, além das contições de saúde do ovino. As características devem ser observadas separadamente respeitando as particularidades de cada raça por volta de 12 meses após a última tosquia.

Um rebanho saudável é um rebanho uniforme!

Fonte: Rural News

Adaptação: Revista Agropecuária