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PREVENIR AS PRAGAS PARA MELHOR PASTAGEM DO TIFTON 85 – SÍTIO DO CEDRO

ESCOLA ESTADUAL AGROTÉCNICA AFONSO QUEIROZ

SÍTIO DO CEDRO

 

PREVENIR AS PRAGAS PARA MELHOR PASTAGEM DO TIFTON 85 – SÍTIO DO CEDRO

 

PATOS DE MINAS

2014

BRENO HENRIQUE PEREIRA BATISTA

DANIEL DE BRITO MARQUES

DAVID LUCAS DE OLIVEIRA DA FONSECA

FERNANDO MILLER SOUSA RODRIGUES

GILBERTO GABRIEL SILVERIO MARTINS

GUSTAVO FERRAZ GONÇALVES

ÍTALO ADAUTO DA FONSECA

JOÃO VITOR ALVARES DA SILVA

SIELLE CAIXETA FREITAS

VICTOR HUGO GODINHO DA ROCHA

 

 

PREVENIR AS PRAGAS PARA MELHOR PASTAGEM DO TIFTON 85 – SÍTIO DO CEDRO

 

 

Projeto de Trabalho realizado como requisito de avaliação no curso de Técnico Agrícola dos alunos da Escola Estadual Agrotécnica Afonso Queiroz de Patos de Minas – MG, desenvolvido no Sítio do Cedro em Carmo do Paranaíba – MG sob orientação de João Pedro Porto Bemfica e coordenação do Esp. Júnio Fábio Ferreira.

 

 

PATOS DE MINAS

2014

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO……………………………………………………………………………………………………..04

2OBJETIVOS…………………………………………………………………………………………………………..05

2.1 Objetivo Geral………………………………………………………………………………………………………05

2.2 Objetivos Específicos…………………………………………………………………………………………….06

3 REFERENCIAL TEÓRICO………………………………………………………………………………….06

4 COMO PREVENIR A CIGARRINHA…………………………………………………………………..07

4.1 Controle Biológico das Cigarrinhas…………………………………………………………………………07

4.2 Controle Biológico Natural de Cigarrinhas………………………………………………………………08

4.3 Controle Microbiano de Cigarrinhas das Pastagens…………………………………………………..09

5 ADUBAÇAO ADEQUADA……………………………………………………………………………………11

6 IRRIGAÇAO ADEQUADA……………………………………………………………………………………12

7 MANEJO ADEQUADO…………………………………………………………………………………………13

8 METODOLOGIA………………………………………………………………………………………………….14

9 CONCLUSÃO……………………………………………………………………………………………………….15

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS……………………………………………………………………….16

 

 

1 INTRODUÇÃO

Atualmente no sítio do Cedro está ocorrendo um problema em relação à pastagem TIFTON 85. E se tratando das pragas que o atacam, precisamos descobrir como fazer a prevenção a fim de reduzir os constantes ataques.

  Estas pragas que atacam o Tifton85 devem ser controladas, pois elas cortam o capim causando o seu amarelamento e enfraquecimento uma vez que esta é a principal fonte de alimento do rebanho no sítio. Para isso será desenvolvido um projeto de pesquisa a fim de solucionar o problema.

O objetivo desta pesquisa é a redução do ataque das pragas no TIFTON85 no Sítio do Cedro com base neste tema devemos estabelecer normas de prevenção às pragas uma vez que já as conhecemos e sabemos qual é a adubação adequada para este tipo de pastagem bem como seu  manejo adequado.

Este projeto será desenvolvido no Sítio do Cedro que é uma propriedade situada em Minas Gerais no município de Carmo do Paranaíba. A propriedade tem uma área total de aproximadamente 100 hectares, das quais 61 são dedicadas a produção de volumosos e grãos, 20 hectares são ocupados com açudes,  matas e reservas (legal e permanente), 1,5 hectares são destinados a pastagem de TIFTON 85 e 6 hectares são destinados ao manejo de rebanho.A identidade do Sítio do Cedro é dada pela sua missão e crenças )valores.

  Desta forma será feita uma pesquisa aprofundada em livros, jornais, internet e sites relacionados ao tema a fim de encontrar uma solução para este problema de forma que o ataque seja o mínimo possível usando de recursos com o menos custo para a propriedade.

  

2 OBJETIVOS

 

2.1 Objetivo Geral

 

Conhecer as pragas que atacam o Tifton 85 e fazer a prevenção das mesmas para um pastoreio de boa qualidade para o rebanho no Sítio do Cedro.

 

2.2 Objetivos Específicos

 

Desenvolver técnicas de combate as pragas do Tifton 85 no Sítio do Cedro;

Prevenir contra as pragas do Tifton 85;

Conhecer a adubação adequada do Tifton 85;

Identificar qual manejo adequado para Tifton 85;

Trabalhar em equipe para obter melhores resultados.

 

3 REFERENCIAL TEÓRICO

 

Na pastagem de capim bermuda cv. Tifton 85 foi avaliado o desempenho de mudas de 16 espécies de leguminosas arbóreas em proteção e na presença de animais e em variadas épocas do ano. As variáveis foram selecionadas relacionadas ao comprimento e número de lotes das mudas, antes a após o pastejo com 30 novilhas mestiças leiteiras. As diferenças entre as medidas de tratamentos para cada variável foram calculadas por meio de intervalos de confiança mostraram que jurema preta (mimosa enuflora) apresentou menos diferença no comprimento e numero de lote após o pastejo, jurema preta confirma a sua recomendação para a região com a leguminosa arbórea com maior probabilidade de sucesso para pastagem sem a proteção das mudas e na presença de gado.

As espécies arbóreas são necessárias para melhorar a produção, qualidade e a sustentabilidade das pastagens, acumula quantidades de substâncias de carbono e aumenta a biodiversidade de pastagens. Esses benefícios são maiores no caso de leguminosas arbóreas que possui a capacidade de fixar o nitrogênio do ar.

Portanto o estabelecimento de espécies de leguminosas arbóreas mais adaptadas sem que haja necessidade de proteção de mudas e na presença de animais poderá reduzir o custo de arborização e permitir a introdução de espécies mesmo em condições de baixas rentabilidades do setor, e em especial para a pecuária extensiva.

 

4 COMO PREVENIR A CIGARRINHA

Algumas práticas ou medidas podem e devem ser utilizadas para o redução no campo, são:

*Preservar e proteger algumas espécies de aves, pássaros e outros insetos que são nossos aliados no controle biológico das cigarrinhas. Assim como, galinha d’Angola, codornas, perdizes, anús e outros atuam como inimigos naturais. Também as formigas, percevejos e aranhas que são predadores de ovos, bactérias e fungos também podem ajudar no combate a cigarrinha. Por isso é necessário o estabelecimento do equilíbrio biológico mediante a manutenção de matas ou faixas de vegetação nativa para abrigar e multiplicar os diversos inimigos naturais da cigarrinha. Evitar também as queimadas as caças predatórias e o uso indiscriminado de inseticidas.

*Fazer o controle químico, somente no último caso, pulverizando apenas os seboleiros ou locais mais atacados, usando produtos registrados para essa finalidade, como o Fenitsothion e Carbaryl seguindo rigorosamente as recomendações do fabricante quanto a dosagens e carência.

4.1 Controle Biológico das Cigarrinhas

As cigarrinhas são insetos sugadores da seiva da planta. Os adultos vivem nas folhas das pastagens, enquanto que as formas jovens (ninfas) vivem na região do colo da planta (região entre o colmo e a inserção das raízes), protegidas por uma espuma branca.

Os ovos são ovipositados pelos adultos no solo ou em restos vegetais. Estes insetos, principalmente os adultos, ao sugarem a seiva das plantas injetam toxinas que as levam ao amarelecimento das pontas das folhas e posterior ao secamento e a morte.

 Os prejuízos médios são de 20% na redução de produção de biomassa. Porém, há registro de redução de 30% na produção de matéria seca de Urochloa (Brachiaria) decumbens, infestada por 25 adultos/m2 de Zuliaentreriana durante 10 dias de acordo com Valério e Nakano, 1988.

Além disso, há reduções significativas na produção de raízes de U. decumbens, o que afeta a persistência da gramínea. Quanto à qualidade nutricional, gramíneas severamente atacadas apresentam forragem com aumento no teor de fibra, redução na digestibilidade invitro, reduções nos teores de proteína bruta, fósforo, magnésio, cálcio e potássio. Os danos à produção e qualidade da forragem determinam redução temporária à capacidade de suporte das pastagens.

tabela1

A densidade populacional de cigarrinhas das pastagens deve ser determinada através da amostragem de espumas e adultos. As espumas são amostradas através da contagem do número presente em área delimitada por quadrado, feito de vergalhão, de 0,5 m de lado. Os adultos são amostrados por dez batidas de rede de varredura sobre as folhas, ou pela observação visual do número de insetos pousados em dez plantas ou touceiras de pastagem. Assim, devem ser coletadas cinco amostras/ha, de forma aleatória.

 

4.2 Controle Biológico Natural de Cigarrinhas

 

Entre as formas de controle das cigarrinhas das pastagens temos o biológico natural, que se baseia na ação de inimigos naturais que ocorrem nas pastagens. Portanto, para maior efetividade deste tipo de controle o produtor rural deve estabelecer medidas para aumentar as populações de inimigos naturais.

As populações dos inimigos naturais, principalmente pássaros, aranhas e insetos benéficos, podem ser aumentados através das seguintes medidas: diversificação dos pastos com três ou mais tipos de gramíneas e a consorciação com leguminosas, p. ex. calopogônio ou estilosantes; preservação das áreas de mata próximas às pastagens; uso de inseticidas; drogas veterinárias seletivas ou de baixo impacto aos inimigos naturais.

Além disso, o manejo adequado do resíduo pós pastejo, entre 20 a 25 cm (gramíneas estoloníferas) e 40 cm (gramíneas cespitosas) que propiciará um microclima desfavorável ao desenvolvimento das cigarrinhas.

 tabela2

 

 

 

 

 

 

 

 

4.3 Controle Microbiano de Cigarrinhas das Pastagens

 

O controle microbiano é outra forma de controle biológico de cigarrinhas das pastagens, a qual se baseia na aplicação do fungo Metarhizium anisopliae. O fungo funcionará como um bioinseticida, com a vantagem de não contaminar os animais e seus produtos (carne e leite). O M. anisopliae penetra através do tegumento da cigarrinha e coloniza seu interior, de onde extrai os nutrientes para seu desenvolvimento e reprodução, resultando na morte do inseto, cujo corpo se torna mumificado e coberto por hifas e esporos do fungo que irão contaminar outros insetos. Entretanto, a ação dos bioinseticidas é lenta, se comparada à ação dos inseticidas de choque, a morte do inseto ocorre num período superior a 48 horas.

Este método de controle, assim como o controle químico deve ser empregado observando os critérios técnicos para o seu melhor desempenho. As principais características que devem ser consideradas para a escolha e o uso do bioinseticida são as seguintes:

  • Virulência da raça do fugo M. anisopliae;
  • Formulação do produto e forma de aplicação;
  • Concentração de esporos viáveis do fungo;
  • Dosagem recomendada;
  • Condições climáticas para aplicação do bioinseticida;
  • Condições de armazenamento e transporte do bioinseticida.

 

A formulação pó molhável tem registro para o controle da cigarrinha N. entreriana em pastagens, sendo eficiente nas doses de 200 a 500 g/ha, que correspondem à aplicação de 2 x 1012 a 5 x 1012 conídios/ha. A pulverização deve ser feita através de pulverizador costal ou barra tratorizada com bico cônico, utilizando-se de 200 a 300 litros de água/ha, sendo atingida a base da gramínea, onde as ninfas se alojam. Tem-se a formulação concentrada emulsionável que é mais estável que a formulação pó molhável, porém é registrada apenas na cultura da cana-de-açúcar para o controle de cigarrinha do gênero Mahanarva.

As variações dos elementos climáticos radiação solar (ultravioleta), temperatura e umidade relativa do ar são importantes fatores no desempenho dos bioinseticidas à base de M. anisopliae. As condições favoráveis para o fungo incitar a doença são: temperatura entre 26 a 27 ºC; umidade relativa do ar acima 75%; baixa radiação ultravioleta, priorizando as pulverizações do bioinseticida no final do dia.

Verifica-se que em regiões com alta precipitação e temperatura, como o Centro-Norte do país, têm sido constatados danos severos de cigarrinhas do gênero Mahanarva e o bioinseticida à base de M. anisopliae apresentou eficiência de 80% no controle da praga. Entretanto, em função dos efeitos dos fatores ambientais e da qualidade e virulência dos ingredientes ativos nas formulações bioinseticidas de M. anisopliae, a eficiência média de controle das cigarrinhas das pastagens é muito variável, oscilando entre 10 e 60% nas diferentes regiões brasileiras.

O controle eficiente de cigarrinhas das pastagens por M. anisopliae exige um posicionamento correto das aplicações. Recomendamos aplicar o inseticida biológico a partir de 25 ninfas/m2 para que o fungo tenha como se estabelecer na área.

Porém, em áreas com histórico de ocorrência de cigarrinhas no período chuvoso anterior, pode-se iniciar a aplicação a partir do surgimento das primeiras massas de espumas no início da nova estação chuvosa, para que a população da praga não cresça na segunda geração. Não são recomendadas aplicações preventivas de M. anisopliae, sem a ocorrência da praga.

No período de outono-inverno os ovos das cigarrinhas permanecem em “dormência”, não ocorrendo ninfas (espumas) nem adultos, nesta fase a aplicação do fungo não é recomenda, pois irá perder muitos esporos e a eficiência de controle será baixa.

 

5 ADUBAÇÃO ADEQUADA

Para o uso da fertirrigação ao se considerar a adubação em pastagens irrigadas, convém ressaltar que na maioria das situações estas são realizadas via fertirrigação, devido às várias vantagens do sistema, tais como redução de custos de aplicação, redução de problemas com compactação do solo devido à redução do tráfego de máquinas, grande uniformidade de aplicação, possibilidade de maior parcelamento e redução das perdas, principalmente de nitrogênio (DRUMOND; AGUIAR, 2005).

Alguns problemas que podem ser encontrados são relacionados à solubilidade dos adubos e entupimento de emissores; no entanto, quando são usadas as fontes adequadas, esses problemas são praticamente eliminados.

O Nitrogênio faz parte de numerosos compostos imprescindíveis à vida de todas as plantas superiores, como aminoácidos, peptídeos, aminas, proteínas, ácidos nucléicos etc. O suprimento de N em um meio deficiente favorece o aumento da biomassa vegetal.

Esse efeito benéfico ocorre em razão da relação existente entre o nutriente e a fotossíntese. Explica que os pigmentos fotossintetizantes têm N em sua composição e o fornecimento do nutriente aumenta a produção e a funcionalidade desses pigmentos, acarretando em aumento seqüencial na intensidade fotossintética do tecido, na fixação de gás carbônico (CO2) e, finalmente, no acúmulo de massa na planta, uma vez que esses processos são inter-relacionados.

A adubação nitrogenada destaca-se em relação à adubação com qualquer outro nutriente. O suprimento de N é o que resulta no maior aumento na produção das culturas. Observa que a aplicação do nutriente também é a responsável pela maior produtividade das gramíneas forrageiras. Mas complementa que a ocorrência do efeito benéfico do fornecimento de N depende de não haver fatores que restrinjam o desenvolvimento das plantas.

 

6 IRRIGAÇAO ADEQUADA

 A irrigação é uma tecnologia agrícola final, ou seja, o pecuarista que pretende utilizá-la deve também ser um bom agricultor. Junto com a irrigação o pecuarista deve aplicar tecnologias que promovam altas produções de forragem de qualidade, como preparo e conservação do solo, correção da fertilidade do solo, escolha da melhor espécie e cultivar, pastejo rotacionado e adubação de manutenção nitrogenada, para que se possa potencializar a produção e gerar lucros adicionais, objetivo de todo negócio.

As pastagens mais utilizadas e com características adequadas para áreas irrigadas são Tifton 85 (Cynodon spp.),

Os resultados de pesquisa têm demonstrado maior aumento no período de produção e na produtividade total da pastagem com o uso da irrigação nas regiões mais quentes e estas condições influenciam na viabilidade econômica, além do preço do produto animal (carne ou leite). Em experimentos com Tifton 85 irrigado usando alta adubação, a pastagem apresentou capacidade de suporte de até 10 UA/ha (equivalente a 10 vacas de 450 kg por hectare). Alguns produtores na Nova Alta Paulista sob a orientação da CATI, utilizando vacas em lactação, com elevada adubação têm usado na primavera e verão aproximadamente 15 vacas/ha, demonstrando o grande potencial de produção de forragem e animal desta pastagem, associando manejo adequado, adubação e irrigação.

 

7 MANEJO ADEQUADO

Atualmente têm surgido algumas forrageiras promissoras do gênero Cynodon, resultantes de trabalhos de melhoramento genético realizados nas Universidades da Geórgia e da Flórida, nos Estados Unidos (Hill et al., 1996; Mislevy&Pate, 1996). O tifton 85 é uma gramínea forrageira tropical resultante desses trabalhos.

Segundo Mickenhagen (1994), Hill et al. (1996) e Pedreira (1996), esta gramínea apresenta importantes características forrageiras, como capacidade para produzir elevada quantidade de forragem de boa qualidade. Possui rizomas que lhe conferem a característica de resistência à seca e ao frio. Hill et al. (1996) verificaram, entre várias gramíneas da espécie Cynodondactylon (L.) Pers, que o tifton 85 é a que proporciona forragem com digestibilidade mais elevada. Portanto, pode ser uma forrageira alternativa para alimentar vacas em lactação.

No Sul dos Estados Unidos, o tifton 85 é muito usado na alimentação animal, tanto na forma de feno como pastejo, atingindo a capacidade de suporte próxima de 10 animais de sobreano por hectare. No Brasil, o potencial forrageiro dessa gramínea ainda não foi avaliado pela pesquisa, embora muitos produtores de leite já a tenham introduzido na sua propriedade, baseando-se em informações da iniciativa privada.

Entre outros fatores, a adubação nitrogenada é importante para determinar o ritmo de crescimento e a qualidade das gramíneas forrageiras. No entanto, é preciso conhecer a dose adequada de aplicação desse nutriente. Diante desse conhecimento, evitam-se perdas e aumenta-se a eficiência desse nutriente na produtividade das gramíneas e, consequentemente, na produção animal. Conclui-se que a resposta do “coast-cross” à aplicação de N depende do manejo, especialmente do intervalo e da intensidade dos cortes. Em condições de corte, recomendam para o “coast-cross” a aplicação de 500 kg/ha/ano de N.

Contudo, a resposta a essa dose de adubação nitrogenada variou expressivamente em função do intervalo de cortes. Ramos et al. mostraram que a resposta (kg de MS/kg de N aplicado) do Cynodonnlenfuensis aumentou com o intervalo de cortes, mas reduziu com o aumento de 200 para 400 kg/ha de N. Porém, os autores não obtiveram diferença na resposta, quando as doses de N aplicadas foram de 100 e 200 kg/ha.

 

 8 METODOLOGIA

    Para realização do projeto, no dia 09 de agosto de 2014 fizemos visita no sitio do cedro onde o Sr. Mario Porto Fonseca nos relatou tais problemas com o Tifton 85 em que teremos de estudar pragas que o atacam como a cigarrinha das pastagens, a lagartinha, etc. Como a principal praga que o ataca é a cigarrinha teremos que desenvolver um projeto com o objetivo de eliminar o máximo possível os números de ninfas .

   No entanto com as informações cedidas pelo proprietário do sitio, teremos que buscar métodos mais eficientes na busca de diminuir ao máximo o ataque das pragas com o uso de Metarhizium anisopliae para atacar as ninfas da cigarrinha ou controle químico que também pode servir como controle das pragas.

Para aprofundar os estudos com relação ao Tifton 85 buscamos informações em livros, revistas, jornais e internet com a intuição de combater os problemas apresentados com menor custo possível.

9 CONCLUSÃO

 Concluímos que a utilização de controle biológico natural no combate a cigarrinha é de suma importância para prevenir as pragas nas pastagens brasileiras. Ele mostra-se de forma eficiente, barata e que não agride o meio ambiente.

A cigarrinha é um inseto que ataca o Tifton 85 causando prejuízo às pastagens, no Sitio do Cedro. Para exterminá-la achamos mais indicado o controle biológico natural (usando animais, insetos e aves), pois não causa danos ambientais.

Pode-se também serem usados produtos químicos, porém esses devem ser recomendados por um profissional capacitado.

As informações aqui apresentadas dão ênfase ao controle biológico natural, sendo esse o mais aconselhado, pois hoje temos que evitar a contaminação de produtos químicos que prejudicam o meio ambiente.

 

 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Cosenza, G.W. 1981. Resistência de gramíneas forrageiras à cigarrinha-das-pastagens, Deoisflavopicta (Stal 1854). Brasília. Embrapa Cerrados, 16p. Boletim de Pesquisa n. 7.

 

Fernandes, F.D.; Marthe Jr., G.B.; Faleiro, F.G.; Gomes, A.C. 2005. Produção e valor nutritivo da forragem de clones de capim-elefante no Distrito Federal. Planaltina: Embrapa Cerrados, (Boletim de Pesquisa e Desenvolvimento 158).
Souza, J.C.; Silva, R.A.; Reis, P.R.; Queiroz, D.S.; Silva, D.B. 2008. Cigarrinhas-das-pastagens: histórico, bioecologia, prejuízos, monitoramento e medidas de controle. Circular técnica n.42 EPAMIG.
Valério, J.R.; Nakano, O. 1988. Danos causados pelo adulto da cigarrinha Zuliaentreriana na produção e qualidade de Brachiariadecumbens. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v.23, p.447-453.
Valério, J.R.; Koller, W.W. 1993. Proposição para manejo integrado das cigarrinhas-das-pastagens. In: Curso Sobre Pastagens Para Sementeiros, Campo Grande. Campo Grande: EMBRAPA-CNPGC, p.31-46.
Vieira, A.C.; Haddad, C.M.; Castro, F.G.F.; Heisecke, O.R.P.; Vendramini, J.M.B.; Quecini, V.M. 1999. Produção e valor nutritivo da grama bermuda Florakirk (Cynodondactylon L.) em diferentes idades de crescimento. Sci. agric. vol.56 n.4.

 

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