Produtivo

Jacto apresenta tendências da colheita mecanizada do café em MG

03/06/2014

A Jacto participa no dia 3 de junho do 5º Simpósio de Mecanização da Lavoura Cafeeira com a exposição da palestra “Tendências da Colheita mecanizada do Café”, ministrada pelo engenheiro agrônomo Walmi Gomes Martin, gerente de produto do segmento de colhedoras da Jacto.

Durante a palestra serão abordados tópicos sobre o impacto da mecanização nas lavouras de café bem como as dificuldades ou entraves para que o processo seja definitivamente incorporado.

Walmi explica que a mecanização das lavouras tem tornados as operações mais rápidas e precisas, e, com isso, há realmente um incremento importante de produtividade.

“Para que todo esse ganho seja alcançado pelo produtor é necessário a mudança do modelo da cafeicultura e principalmente de mentalidade. Os novos materiais genéticos, irrigação, sistematização das lavouras com podas, espaçamentos, etc., tem trazido ganhos consistentes de produtividade e qualidade para a cafeicultura brasileira, mas um entrave que se coloca é justamente a mudança do modelo”, avalia.

Atualmente, cerca de 25% de todo o café produzido no Brasil é colhido mecanicamente e as lavouras que fazem uso desta tecnologia são as que elevam a média nacional.

“ Este percentual vem subindo a cada ano. Com as renovações das lavouras cafeeiras de modo que se faça uso da mecanização plena, adubação, poda, pulverização, controle ervas daninhas, colheita do café na árvore e no chão, dentre outras operações, mas também está havendo a migração das lavouras para topografias mais planas. O próprio Sul de Minas ainda tem muitas áreas planas para a expansão da cafeicultura mecanizada, sendo uma região muito importante para o setor”, comenta.

Ainda falando sobre melhorias do processo mecanizado para as lavouras, o especialista destaca que o modelo permite que a colheita seja realizada de forma rápida e no melhor momento de qualidade do café, sem contato com o solo.

“Para se ter uma ideia, uma colhedora pode colher entre 8 mil a 12 mil litros de café de roça por hora trabalhada, desempenho semelhante a 100 homens. Uma colhedora trabalhando a cada 8 horas realiza o trabalho de 80 a 100 homens com a mesma jornada de trabalho”.

Em termos de tendências e pesquisas para o mercado do café, Martin faz uma análise do setor desde o lançamento da primeira colhedora, desenvolvida pela Jacto em 1979, e de como as mudanças na própria economia impactaram a produção e exigem equipamentos cada vez mais precisos, e, sobretudo, que vislumbrem uma nova forma de colheita, pensando na possibilidade do adensamento do café.

“A primeira colhedora de café do mundo foi desenvolvida pela Jacto e lançada em 1979. Tardou quase 15 anos para que o mercado percebesse as vantagens da colheita mecanizada e todos os benefícios do pacote de mecanização que esta técnica possibilita. A partir da segunda metade da década passada, com a carência crescente de mão de obra no campo, o mercado começou a caminhar consistentemente. Novas tecnologias sempre estão surgindo e as linhas de pesquisas são muitas. A cada ano teremos novidades surgindo, gerando maior valor agregado aos nossos clientes. A maior tendência que estamos visualizando será uma nova revolução, ou seja, um novo modelo de cafeicultura adensada, mas mecanizada”, explica Martin.

A palestra “Tendências da colheita mecanizada do café” está agendada para às 15h20 no dia 3 de junho,  na tenda de eventos da EXPOCAFÉ 2014, na Estação Experimental da EPAMIG, Três Pontas/MG.

EXPOCAFÉ 2014

Na sequência, a Jacto inicia sua participação na Expocafé, levando suas principais tecnologias de pulverização e todo seu pioneirismo na colheita do café para o evento, reforçando as comemorações pelos 35 anos de lançamento da primeira colhedora de café desenvolvida no mundo, a K 3 da Jacto.

Também durante o evento o produtor poderá conhecer as vantagens da nova linha do Consórcio Nacional Jacto, exclusiva para colhedoras de café e Família Uniport.

Fonte: Agrolink