Sanitário

Facilitador de secagem para vacas ajuda na prevenção de mastites e proporciona bem-estar ao animal

18/01/2017

Produzido pela Ceva, primeiro e único facilitador de secagem para vacas de alta produção demonstra resultados positivos

“Surpreendente” é a palavra registrada com frequência pelos produtores que inseriram o Velactis no processo de secagem das vacas leiteiras. Há um ano no mercado, o primeiro e único facilitador de secagem do mundo, mostra, cada vez mais, excelentes resultados em campo.

“Antes de introduzir esse medicamento no portfólio da Ceva Brasil, realizamos pesquisas e estudos para identificar as necessidades dos nossos pecuaristas para, então, produzir o Velactis. É muito bom acompanhar os resultados positivos do produto. Estamos muito felizes”, comemora o diretor da unidade de negócios Ruminantes da Ceva Brasil, Marcelo Ferreira.

Velactis não é um hormônio, mas age no cérebro alterando a secreção hormonal. Ao aplicar o produto após a última ordenha, Velactis inibe a prolactina, o que causa rápida diminuição na produção de leite e facilita todo o manejo e processo de secagem. “É como se o cérebro da vaca recebesse a mensagem de que ela não será mais ordenhada, diminuindo, assim, o sofrimento do animal, que está acostumado a passar por esse processo todos os dias, em horários fixos”, explica o gerente de marketing da Unidade, Rudsen Pimenta.

Durante todo o ano de comercialização, a equipe técnica responsável pelo produto, detectou junto aos cliente os resultados positivos do produto, entre eles melhora do manejo, colocando na mão do produtor ou do técnico a gestão do período seco e a possibilidade da secagem abrupta; redução rápida da produção de leite; manutenção da saúde do úbere, evitando os riscos de infecções; e garantia do bem-estar da vaca, que antes sofria com a pressão, inchaço e dor no úbere. “Indico o Velactis em minhas consultorias devido aos excelentes resultados na saúde do úbere, que beneficia o processo de secagem, um dos maiores desafios na pecuária leiteira”, ressaltou Dr. Sérgio Ricardo Tokarski, de Joaquim Távora, Paraná.

Outro item de grande importância observado foi a diminuição dos casos de infecções intramamárias, as temidas mastites. “Durante a secagem sem Velactis, a prolactina continua sendo produzida por certo tempo e o leite se acumula no úbere, provocando aumento da pressão e vazamento do líquido. É neste momento que existe grande chance de infecções”, ilustra Rudsen. Com o uso do Velactis foi possível observar a redução do vazamento do leite logo após a secagem e, consequentemente, redução na taxa de novas infecções. “Gostei do resultado do Velactis. Realmente seca o úbere após a última ordenha. Não tenho mais problemas com gotejamento”, revelou Darci Voich, cliente do Paraná.

Aliando custo benefício e saúde do animal, o Velactis é injetável e comercializado em frascos individuais de 5 mL (contendo uma dose) e frascos de 25 mL (com cinco doses). Pode ser encontrado em todo o país e já é sucesso de vendas em diversas regiões. “É um produto muito bom. Usei no meu rebanho e tive um resultado muito interessante, não só financeiro como também para a saúde e bem-estar da vaca”, revelou o pecuarista de Minas Gerais, Mauro Beraldo. Outros detalhes sobre o produto podem ser obtidos no site http://www.ceva.com.br/Especies/Ruminantes/Facilitador-de-Secagem.

Onde tudo começa

A secagem é o início da lactação seguinte. Ela marca o começo do período seco, a partir da última ordenha. O período seco é um intervalo de descanso importante para as vacas leiteiras, com duração média de 45 a 60 dias. Esse tempo é crucial para a maximização da produtividade na lactação seguinte, que é dividida em três fases: involução ativa (intervalo imediatamente após a secagem), fase de involução constante e fase de colostrogênese (quando ocorrem alterações imunológicas, fisiológicas e anatômicas na glândula mamária já próximo ao parto).

No começo do período seco, a glândula mamária precisa involuir rápido para manter a saúde do úbere e otimizar a produção de leite na lactação seguinte. Depois de produzir leite por um período de lactação inteiro, as vacas aproximam-se da etapa crítica da secagem. A demanda de produção de leite foi alta e continuará no momento da secagem, justamente no período em que o bezerro está crescendo no ventre e precisa ingerir muitos nutrientes.

Com a introdução de um facilitador de secagem, a vaca obtém vantagens no descanso e diminuição da dor pós secagem, saúde do úbere prevenindo novas mastites, saúde do bezerro no ventre – que não sente o stress da mãe, além de receber alimentação adequada e quantidade de água adequada. “É muito importante garantir que nutrição e conforto sejam adequados e que o estresse seja mínimo, para prevenir desafios metabólicos que possam comprometer a saúde da vaca gestante”, completou Rudsen.

Fonte: Agrolink