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Entra em operação a Unidade Industrial de Carnes

12/01/2015

A Unidade Industrial de Carnes em Castro (PR) deu início às operações hoje (12/01) com o primeiro abate dos animais. Os produtos terão a marca Alegra e em breve estarão nas gôndolas dos supermercados a disposição do consumidor. “Após anos de planejamento, análise de viabilidade e com dois anos de execução de obra civil iniciamos hoje a produção, um passo muito importante para o nosso negócio. É uma satisfação para as Cooperativas Castrolanda, Batavo e Capal, toda a equipe de Gestão e todos os colaboradores da Unidade fazermos parte deste momento histórico para as cooperativas, cooperados e comunidade em geral”, disse o superintendente da Unidade Industrial de Carnes, Ivonei Durigon.

PRODUÇÃO – Segundo Durigon a produção inicial será de carcaças. Em fevereiro serão iniciados os cortes e a partir de maio os produtos industrializados.

TECNOLOGIAS – O frigorífico concentra as últimas tecnologias deste mercado e serão industrializados produtos como: carcaças, cortes e embutidos: presunto, bacon, salame, defumados, linguiças, temperados/marinados e outros produtos.

MÃO-DE-OBRA – A previsão para a 1ª fase da Unidade é abater cerca de 300 suínos/hora, ou 50.000 suínos/mês, ou 600.000 suínos/ano.  A Unidade deverá absorver o trabalho de 600 funcionários diretos. O investimento de mais de R$ 200 milhões deve elevar significativamente o movimento econômico do Município de Castro e região dos Campos Gerais.

EXPANSÃO – O Planejamento prevê até 2019 vencer o desafio de 2.300 iniciais para 4.600/dia. A médio e longo prazo (dependendo do mercado/disponibilidade de matéria prima /desejo dos produtores e investidores) o grande objetivo é chegar a 9.000 suínos/dia, enquanto a maior planta do Brasil trabalha atualmente com 6.000 suínos/dia. Todas as áreas/setores da Indústria foram projetadas prevendo possibilidade de expansão futura.

INTERCOOPERAÇÃO – A Unidade Industrial de Carnes é fruto do modelo de negócios aplicado pelas cooperativas Castrolanda, Batavo e Capal. A intercooperação garante alianças estratégicas em investimentos que oferecem ao cooperado uma alternativa rentável e estruturada no mercado.  Além de promover um dos princípios do cooperativismo, operando juntas as cooperativas ganham escala de produção e força nos mercados regional, nacional e internacional. A intercooperação já permitiu às cooperativas ABC colocarem  em produção plantas industriais do Moinho de Trigo Herança Holandesa, Unidades de Beneficiamento de Leite, e agora a Unidade Industrial de Carnes, em fase de conclusão.

Fonte: Batavo