Variedades

Duas novas variedades de milho

O mercado agrícola brasileiro a cada ano avança mais no que diz respeito às novas tecnologias. O maior desafio dos pesquisadores e empresas do setor é colocar à disposição dos produtores possibilidades inéditas de produzir mais e com melhor qualidade. Esta semana, foram aprovadas duas novas variedades de milho geneticamente modificados pela Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), uma resistente a insetos e tolerante ao glifosato e outra também resistente a insetos e tolerante a herbicidas.

O presidente da Associação Brasileira de Sementes e Mudas (Abrasem) Narciso Barison, avalia que estas aprovações representam ferramentas importantes à disposição do produtor e tornam o Brasil ainda mais competitivo no mercado internacional, ao lado de países como EUA e Argentina.

A partir de agora a vida do agricultor será mais fácil, ele terá mais lucros e o meio ambiente estará mais protegido, já que essas sementes diminuem a necessidade do uso de agrotóxicos. Para Barison, as novas autorizações da CTNBio são essenciais para a evolução no campo e a introdução de tecnologias capazes de, ao mesmo tempo, beneficiar produtores e consumidores.

Segundo especialistas, no caso das sementes com resistência a insetos, os benefícios são ainda maiores, pois além de evitar agrotóxicos, facilita o manejo nas lavouras, aumentando a produtividade e diminuindo custos. Quanto ao aspecto ambiental, o menor uso de agroquímicos beneficia as lavouras e o consumidor final, que recebe um alimento mais saudável e livre da quantidade exagerada de agrotóxicos

A Associação Brasileira de Sementes e Mudas representa todos os segmentos do setor e leva assistência técnica aos produtores rurais, apoiada na pesquisa e desenvolvimento de novas variedades de plantas mais adaptadas às diversas regiões geográficas brasileiras.

A entidade foi fundada em 1972 e reúne 12 associações de produtores de sementes, além do segmento de pesquisa (obtentores), congregando 620 produtores associados, 4 mil técnicos e 15 mil vendedores.

Fonte: Portal do Agronegócio Goiano

http://aloalobrasil.com.br/agricultura/06,12,2010,15021.shtml