Manejo

Doenças da Seringueira

Segundo GAUMANN “doença é um processo dinâmico, no qual hospedeiro e patógeno, em íntima relação com o meio, se influencia mutuamente, do que resultam modificações morfológicas e fisiológicas. Por ação conjugada dessas forças recíprocas, a doença não pode ser considerada como simples reação da planta à penetração do patógeno, e sim, como um processo independente, um complexo biológico autônomo de suas partes, quando o parasita e hospedeiro se unem em vidas separadas”.

As doenças da seringueira, como das outras plantas, sempre aparecem em maior intensidade quando o agente causal ou patógeno encontra plantas susceptíveis, sob condições favoráveis ao seu desenvolvimento.

No Brasil as tentativas iniciais de cultivo econômico da seringueira fracassaram em função da incidência de doenças. As condições de umidade e temperatura nas zonas edafoclimáticas propícias para exploração da Hevea são bastante favoráveis ao desenvolvimento de vários patógenos desta planta.

Fonte: http://pt.scribd.com/doc/14730767/34/PRAGAS-DA-SERINGUEIRA
REFERÊNCIAS
BRASIL. Superintendência da Borracha. Anais: Encontro Nacional sobre Explotação e Organização de
Seringais de Cultivo. Brasília, SUDHEVEA, 1986. 97 p.
CEPLAC/ EMBRAPA. Sistema de Produção de Seringueira Para a Região Sul da Bahia. Ilhéus – Bahia, 1983.
48 p.
FUNDAÇÃO CARGILL. Simpósio Sobre a Cultura da Seringueira no Estado de São Paulo, I. Piracicaba,
1986. 334 p.
MORAES, Jonildo G.L. et DUARTE, Jodelse D. Cultura da Seringueira. COOPEMARC.
Valença – Bahia, 1987.102 p