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Cultivares

Fábio Akiyoshi Suinaga – Embrapa Algodão. E-mail: suinaga@cnpa.embrapa.br. Odilon Reny Ribeiro Ferreira da Silva – Embrapa Algodão. E-mail:odilon@cnpa.embrapa.br. Wirton Macedo Coutinho – Embrapa Algodão. E-mail:wirton@cnpa.embrapa.br

Dois genótipos são utilizados no cultivo de sisal no Nordeste brasileiro: A. sisalana ou sisal comum (Figura 1), que é amplamente cultivado na região, e o Híbrido 11648 (Figura 2), que foi desenvolvido na região Oeste da África (SOUZA SOBRINHO et al.,1985).

O comprimento da folha e a resistência da fibra, características importantes para a indústria, são qualidades intrínsecas de A. sisalana. O híbrido 11648, entretanto, é mais resistente à seca, o que permite colheita durante todo o ano. No processo de desfibramento, o híbrido 11648, quando comparado a A. sisalana, tem a desvantagem de exigir maior esforço do operador da máquina desfibradora; esta desvantagem, no entanto, pode ser superada com o uso de máquinas desfibradoras automáticas.

Desta forma, ao escolher o genótipo a ser plantado, o agricultor deverá levar em consideração a disponibilidade do clone em sua região, os critérios de qualidade da fibra exigidos pela indústria e o tipo de máquina desfibradora existente na propriedade (BEZERRA et al., 1991; SILVA e BELTRAO, 1999).

Fonte: Embrapa