Defensivos

Compete ao MAPA fiscalizar a fabricação e pesquisa com agrotóxicos no Brasil

04/04/2017

Durante o Enfisa 2017, representantes das Superintendências de Fiscalização Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SFA/MAPA) de todos os estados estiveram reunidos para discutir a harmonização da fiscalização de agrotóxicos.

De acordo com o Coordenador Geral de Agroquímicos e Afins do MAPA, Carlos Ramos Venâncio, o propósito da reunião foi ouvir os fiscais que atuam em campo e tem conhecimento prático da atividade, além de buscar um meio-termo para melhorar a fiscalização em todo o território. “O objetivo é discutir todas as tarefas de fiscalização federal, a parte da produção, da importação e também da pesquisa, que é uma competência do Ministério. É colocar todo mundo na mesma mesa e encontrarmos os melhores caminhos. É ouvir o fiscal que está efetivamente na ponta, executando a tarefa, e baseado nisso a gente encontrar as melhores soluções para a fiscalização no Brasil.”

Na reunião, o auditor fiscal federal agropecuário da Superintendência do MAPA em São Paulo, Taluí Zanatta, fez uma apresentação do modelo paulista de fiscalização e a partir disso foi discutido o que pode ser acrescentado e melhorado para ser incorporado nos outros estados. “A ideia é seguir o fluxograma da fiscalização e levantar o que cada Superintendência tem visto de problema e que possamos chegar a um lugar comum”, explica.

Foram objetos de discussão também os próximos passos em relação aos convênios, que tem relação direta com as atividades voltadas para a fiscalização de agrotóxicos, tendo em vista o contingenciamento do orçamento do Ministério, visando que as perspectivas de recursos para os próximos meses é muito aquém do ideal, sendo necessário otimizar os recursos para que as atividades não sejam prejudicadas.

“Tem uns estados que estão mais avançados na fiscalização de agrotóxicos, outros com experiências inovadoras nessa área. Então estamos buscando fazer melhor o nosso trabalho com um custo menor também”, finaliza Carlos Venâncio.

Fonte: Agrolink