Equídeos

Cadeia Produtiva – Equinos

Qualidade desde 1961
A FAVA atua no mercado há mais de 45 anos, exporta para os mais exigentes centros comerciais do mundo desde 1961. A qualidade dos produtos FAVA é resultado de um esforço sério com parceiros estratégicos e do conhecimento das características e exigências de cada um de nossos clientes ao redor do mundo. A FAVA trabalha exclusivamente com frigoríficos habilitados para atender o mercado comum europeu, Ásia e lista geral. Com uma filosofia empresarial voltada a imprimir a mais alta qualidade a cada etapa do seu processo de produção, essa conduta é observada desde a criteriosa seleção de fornecedores e matérias primas, como também na inteligência de transporte e logística. A contínua preocupação com a formação dos seus profissionais e colaboradores, somada a mais alta tecnologia em equipamentos industriais, embalagens, conservação, garantem aos produtos da FAVA uma posição de destaque nos mercados em que atua.

A Indústria do Cavalo e os Frigoríficos
A indústria brasileira do cavalo compreende um mix de negócios, lazer e esporte que tem na criação, como atividade pecuária, parte crucial de seu desenvolvimento competitivo. Como cadeia produtiva, esta indústria engloba além dos criadores de cavalos, fabricantes de rações, laboratórios, manufaturas, artesãos e prestadores de serviços. No mundo todo esta indústria sempre consumiu animais vivos para trabalho, esporte e lazer.
O consumo da carne de cavalo é visto como natural em diversos países com maior tradição eqüestre que o Brasil: França e Itália são bons exemplos. Mas no Brasil o consumo deste tipo de alimento não é expressivo e algumas vezes é visto com preconceito. Vale lembrar que a domesticação do cavalo se deu em função da alimentação e só depois o homem passou a utilizá-lo como animal de tração e sela. É que na Europa, nos períodos que precederam as duas grandes guerras, a carne de cavalo foi amplamente consumida.
Diferente dos frigoríficos de bovinos, suínos e de outros animais criados intensiva e exclusivamente para o abate, os frigoríficos de eqüinos atuam como reguladores do mercado interno, e prestam serviços importantes a sociedade nas áreas sanitárias, de alimentação e de negócios. Sempre estiveram inclusos na cadeia produtiva do cavalo, mas muitas vezes são vistos com preconceito, devido às práticas exageradas e a falta de transparência e atitude dos elos que os ligam a criação e uso de cavalos em todo o território nacional.

O Rebanho Brasileiro
A tropa brasileira de eqüinos é atualmente a segunda maior do mundo com 5,6 milhões (IBGE 2007), ficando atrás apenas da China. Dentre as raças eqüinas criadas no Brasil atualmente destacam-se os Marchadores, Mangalargas, Quartos de Milha, Árabes, Crioulos, Puro Sangue Inglêses, Puro Sangue Lusitanos e Brasileiros de Hipismo, e suas misturas. A tropa brasileira de asininos é composta amplamente pela raça nacional Pega e a Comum, outras raças estrangeiras são encontradas em menor quantidade.
As características do processo de introdução do cavalo no Brasil diferem daquelas verificadas nos demais países do continente americano. Nos países de colonização espanhola, a principal função do cavalo foi como arma de guerra.
A atual criação brasileira de cavalos é uma das melhores do mundo, e ainda possui vantagens competitivas frente aos principais polos internacionais de qualidade genética. O clima, a mão-de-obra e o espaço, garantem ao país, uma produção de animais de ponta a custos competitivos. O Brasil exporta animais vivos para diversos países nas Américas e Europa. E destaca-se no mercado internacional como exportador de carne de cavalo, perdendo unicamente para a Argentina.

O Animal para Abate
No Brasil não há registros de eqüídeos criados exclusivamente para o abate, como acontece com outros animais. O eqüideo que vai para o abate, em quase todo o mundo, é um animal que foi criado com outra função que não a de consumo. O aproveitamento desta carne não implica na mudança do objetivo de sua criação, mas constitui aproveitamento complementar da espécie. Esta utilização resulta num valor adicional do animal, podendo incentivar sua criação e evitando desperdício.
O animal comprado para o abate nos frigoríficos, recebe um número de registro, é avaliado por um veterinário na hora da compra e posteriormente pelo veterinário do frigorífico que se encarrega de fazer outra bateria de exames.
No ato da compra do animal, o proprietário recebe a garantia do abate e portanto saberá que seu animal não será revendido posteriormente com outro fim.
Sob a tutela do frigorífico nenhum animal sofre maus tratos e abuso, sendo devidamente alimentados e tratados.
A FAVA só trabalha com frigoríficos modernos e profissionais. empresas que utilizem sistemas de abate humanitário, onde não haja tortura, nem morte violenta. Todo processo do abate, é feito de forma legalizada e fiscalizada por veterinários sérios em tempo integral (lei brasileira do abate humanitário) .

Exportação e Mercado Interno
A DSM-FAVA é a parceria entre a DSM Trading e a marca FAVA que une grande know-how em exportação e qualidade em produtos. Esta união permite que se atenda às mais diversas exigências de importadores diferentes desde os detalhes da embalagem até cortes especiais. A empresa está habilitada para exportar para a Comunidade Européia, Ásia e para a lista geral. Os meios de exportação utilizados pelo são a via aérea e marítima.
Produtos secundários, como couro, óleo, crinas, ossos e miúdos, são em sua maioria para consumo do mercado interno. São produtos que recebem o mesmo tratamento de qualidade dedicado às carnes.

Fiscalização
Os frigoríficos que fornecem para a FAVA possuem certificados de sua produção. Sendo fiscalizados em tempo integral por veterinários sérios, obedecendo a normas rigorosas previstas em leis brasileiras e Comunidade Européia para exportação e controle sanitário. São feitos laudos diários que garantem segurança e a qualidade de seus produtos.

Fonte:

http://www.dsm-fava.com.br/empresa.html