Brasil caminha para ter a energia mais cara do planeta

Publicado em 04/07/2018

Há uma luz no fim do túnel, mas bem mais cara do que a que pagamos hoje. Uma sucessão de erros na política energética do Brasil nas últimas décadas e a sanha arrecadatória do governo federal e dos governos estaduais resultaram em uma das tarifas de energia mais caras do mundo, com tendência de agravamento para os próximos anos. Não é só o bolso do consumidor que sente: com o insumo tão caro, a produtividade e a competitividade das indústrias caem, afetando a retomada do crescimento que o país tanto persegue.

Leia a notícia na íntegra no site da Gazeta do Povo.

No Jornal do Brasil: Conta de luz fica 15% mais cara em SP

As tarifas dos clientes da Eletropaulo terão reajuste médio de 15,84% a partir desta quarta-feira, 04. Os clientes residenciais terão aumento de 15,08%, enquanto aqueles conectados à alta tensão, como indústrias, terão alta de 17,67%.

A Eletropaulo atende a 7,2 milhões de unidades consumidoras na região metropolitana de São Paulo. O aumento das tarifas é autorizado uma vez por ano e não está relacionado à venda do controle da empresa, que pertencia ao grupo norte-americano AES, para a italiana Enel.

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, disse que o reajuste reflete o aumento dos custos com a compra de energia. “Não é um ponto fora da curva. Os reajustes têm se encaminhado mais ou menos nessa ordem de grandeza.”

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No Brasil Econômico: Conta de luz mais cara! Bandeira tarifária do mês de julho será vermelha

A Agência Nacional de Energia Elétrica ( Aneel ) comunicou que a conta de luz dos brasileiros ficará mais cara no mês de julho. Isso porque a Agência decidiu manter a bandeira tarifária da energia elétrica na cor vermelha patamar 2, o nível mais alto estabelecido dentro do sistema de bandeiras criado para sinalizar aos consumidores os custos reais da geração de energia elétrica.

Com a bandeira tarifária nesse nível, os consumidores pagarão R$ 5 a mais a cada 100 kWh (quilowattz-hora) de energia elétrica consumido, o que deve fazer com que as contas fiquem mais caras do que antes, mesmo com o patamar mantido em relação ao mês de junho, já que em julho, com a chegada do inverno, os dias ficam mais curtos e aumenta a demanda por energia elétrica.

A manutenção do patamar de alerta mais alto na conta de luz também significa que as autoridades da Aneel estão preocupadas com o nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN). Segundo eles, a repetição da bandeira do mês de junho deve-se à manutenção das condições hidrolóficas desvaforáveis e uma tendência de redução no nível desses reservatórios.

Leia a notícia na íntegra no site Brasil Econômico.

Fonte: Gazeta do Povo