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Biomatrix debate silagem e manejo em lavouras de milho

25/06/2014

Primeiro híbrido de milho transgênico específico para silagem do mercado, BM 3063 PRO 2, e híbridos para grãos com boa adaptação a região, como BMR 780 PRO, foram destaques da empresa durante a AgroBrasília 2014

O uso de silagem de alto valor nutritivo em dietas de gado de corte e vacas leiteiras tem gerado resultados positivos. Melhor eficiência produtiva dos animais, maior produção de carne e melhor qualidade são algumas das vantagens destacadas pelo engenheiro agrônomo e coordenador Regional de Vendas da Biomatrix, Antônio Benedetti. “Temos observado um grande crescimento, por parte de grandes pecuaristas, por alternativas de confinamento de gado de corte. Neste sentido, a produção de silagem de milho tem sido muito procurada, o que justifica todo o trabalho técnico de posicionamento da equipe da Biomatrix na orientação de produção de silagens de alto valor nutritivo”.

Apostando neste cenário de demanda crescente por estratégias nutricionais para confinamento, a empresa levou o primeiro hibrido de milho transgênico desenvolvido especificamente para a produção de silagem durante sua participação na feira AgroBrasília 2014, explicou Benedetti. “Estivemos com nosso corpo técnico para ajudar os participantes com orientações para a produção de silagens de alto valor nutritivo, o que foi muito positivo. Foi grande a participação de pecuaristas bastante identificados e interessados em experimentar nossos produtos silageiros”.

Híbridos desenvolvidos para a produção de grãos com boa adaptação a região também estiveram em destaque durante o evento. “Para os produtores de milho tivemos debates sobre novas técnicas de manejo para a obtenção de altas produtividades”, diz o especialista. Ele lembra a expectativa do mercado para o clima nas lavouras americanas. “O clima nos Estados Unidos vai definir o tamanho da safra, o que reflete em outros mercados”, afirma enquanto aposta em mercado positivo para o produtor. “A segunda safra brasileira teve uma redução de área e, se as exportações brasileiras romperem a marca de 19 milhões de toneladas, pode haver uma falta milho, o que deve impulsionar os preços a partir de janeiro”.

Fonte: Assessoria de Imprensa:
Márcia Midori