Pecuária

Agricultor tem desconto em 16 produtos financiados pelo Pronaf

10/07/15

Agricultores familiares que acessaram o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) para produzir raiz de mandioca, feijão, castanha de caju e outras 13 culturas terão descontos no pagamento dos financiamentos. Isso significa que esses produtos tiveram o valor de mercado abaixo do preço de garantia (definido com base no custo de produção) do Programa de Garantia de Preços da Agricultura Familiar (PGPAF).

A lista completa está disponível no Diário Oficial da União. Os descontos foram determinados para as seguintes culturas: açaí, algodão em caroço, babaçu (amêndoa), banana, borracha natural cultivada, cacau (amêndoa), cana de açúcar, castanha de caju, feijão, leite, maracujá, milho, raiz de mandioca, sorgo, trigo e triticale.

A raiz de mandioca, por exemplo, tem desconto de 51,81% no Espírito Santo, e o feijão está com bônus de 27,38% em Tocantins. Já a castanha de caju apresenta 17,54% no Maranhão.

A dedução vale para o período de 10 de julho a 9 de agosto de 2015, com referências nos preços praticados no mercado em junho de 2015. O bônus é calculado mensalmente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e divulgado pela Secretaria da Agricultura Familiar (SAF/MDA). A Conab faz um levantamento nas principais praças de comercialização dos produtos da agricultura familiar e que integram o PGPAF.

Cesta de produtos

Agricultores familiares que têm parcelas de operações de investimento do Pronaf terão desconto correspondente à média dos bônus do feijão, leite, mandioca e milho (cesta de produtos), concedidos mensalmente pelo Programa de Garantia de Preços para a Agricultura Familiar (PGPAF).

Neste mês de julho, 12 estados terão bônus com base na cesta de produtos. São eles: Bahia (0,55%), Maranhão (0,28%), Sergipe (1,92%), Rio Grande do Norte (0,12%), Pará (2,21%), Tocantins (6,85%), Mato Grosso do Sul (5,56%), Espírito Santo (12,95%), São Paulo (5,69%), Rio Grande do Sul (0,35%), Santa Catarina (2,32%) e Paraná (3,50%).